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Viagem: Paraty – RJ

No começo de agosto fiz um post falando que fui com o namorado, o irmão e a cunhada pra Trindade. Além de passar o dia por lá, demos também um pulinho em Paraty. A cidade estava mega cheia por conta da FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty) que estava rolando, mas foi bem legal conhecer a cidade. As pedras não são amigas na hora de andar, mas é tão fofo ver aquelas casinhas com cara de antigas, todas bem cuidadas, com lojas bacanas e restaurantes que te deixam com vontade de entrar. Foi bem corrida a visita e fiquei com vontade de quero mais. Abaixo algumas fotos que fiz por lá.

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E a”i? Curtiram? Conhecem Paraty?

Viagem: Trindade – RJ

Trindade é um dos destinos mais importantes do município de Paraty, no estado do Rio de Janeiro. Localizada a 30 km do trevo de Paraty, está situada dentro da Área de Proteção Ambiental do Cairuçu. Suas belíssimas praias, trilhas e cachoeiras recebem turistas do Brasil e do mundo. A vila de Trindade oferece muitas opções de hospedagem, compras e gastronomia, sempre mantendo um estilo rústico, característico do lugar. Texto do site de Paraty.

Há algumas semanas atrás eu e o namorado fomos passear com meu irmão e a namorada dele em alguns lugares e um deles foi Trindade. Eu havia estado nesta praia uma vez há alguns anos e pude voltar agora com mais calma e aproveitar melhor o lugar. As praias são lindas demais e a vila é minúscula, mas você encontra coisas muito bacanas por lá.

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Trilhas e Praias

Para chegar em algumas praias você faz trilhas por entre a mata, nada muito complicado, mas exige uma disposição de quem vai. Ficamos na praia do Cachadaço por um tempo, quiosque bacana (o preço nem tanto) e depois resolvemos andar mais e chegar até a Piscina Natural do Cachadaço. Quem chega até lá pode voltar de barco com o pessoal da vila, mas a aventura boa mesmo é andar nas trilhas, ver o mar e ouvir as ondas. A água estava gelada demais, mas acho que as águas de lá nunca são muito quentes, pois da outra vez que fui também não dava pra ficar muito tempo pulando ondinhas.

trindade_3Piscina Natural do Cachadaço

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Hospedagem

Ficamos em uma pousada em Ubatuba por motivos de FLIP. Estava tudo caríssimo em Paraty por conta da Feira, então fizemos um bate-e-volta pra poder curtir melhor a praia. A pousada se chama Canto dos Golfinhos e fica na praia das Toninhas, bem organizada, limpinha e é tudo que você precisa pra uma boa noite de sono e um café da manhã delícia demais. Da primeira vez que fomos pra Trindade ficamos em um camping na cidade mesmo, os preços são bem tranquilos, mas vai da disposição de quem está indo.

Comércio

As ruas são poucas, estreitas e com quase nada de opção, mas ficamos encantados com algumas lojas de camiseta que tem por lá. Uma delas é a Alquimia, que tem camisetas de tie dye magníficas. Não tem site e é só lá que achamos essas camisetas. Ficou curioso? É só dar um search no Google e ficar doido.

trindade_5Ruazinha de Trindade

E fica a dica de uma praia bem gostosa, porque não dizer paradisíaca, rica em natureza e super conservada. Espero que tenham gostado e em um próximo post dividirei algumas fotos de Paraty com vocês, que tal?

Meme: Lugares que eu quero conhecer

Mês de férias e de desbravar o mundo. Eleja os lugares no mundo que você sonha conhecer. Post com oferecimento Rotaroots.

Egito

Egito

Desde quando me lembro de ser gente e fazer um trabalho pra escola que falava sobre o Egito, meus olhos brilham pra conhecer as pirâmides. Não sei se Egito hoje é um lugar muito pacífico para se visitar, mas meu sonho de ver tumbas de faraós sempre esteve aqui.

Japão

Japão

Minha paixão pela língua, cultura e tradições orientais vem de longa data. Animes, filmes, doramas, comidas, origami e tudo mais que possa ser consumido eu acho o máximo. Não ligo em ir para cidades muito tecnológicas, como Tokyo, preferiria aqueles vilarejos com cara de filme de época, para ver templos e cerejeiras. Acho que iria chorar um bocado ao me ver lá.

Machu Picchu

Machu Picchu

Um lugar alto, cheio de natureza, lhamas e histórias! Sempre que vejo as fotos sinto vontade de visitar este lugar que fica aqui perto da gente. Acho que deve ser um passeio com muita cultura legal pra conhecer.

Nova Zelândia

Nova Zelândia

Lá foi onde “O Senhor dos Anéis” foi gravado, além de ter paisagens naturais belíssimas! Como não querer visitar um lugar que você vai do real deslumbrante até a fantasia? Então está aqui mais um lugar que mora nos meus sonhos de consumo para conhecer.

Disney

Orlando

Sempre foi meu sonho conhecer os parques, castelos, princesas e tudo que eu puder da Disney. Agora existe, também em Orlando, o parque do Harry Potter e não sei como um lugar que reúne tudo que eu mais gosto nessa vida poderia estar de fora desta lista. Acho que o dia que eu encostar os pés em algum desses parques eu entro em paranóia, vendo tudo e começo a morar por lá. Simplesmente o meu número 1 na minha preferência.

Claro que existem muitos outros lugares que eu quero conhecer, como Londres, Paris, Índia… mas, esta lista estão meus prediletos. E vocês, pra onde querem mais viajar?

Dica: Ciência Sem Fronteiras

Ciência Sem Fronteiras

O programa Ciência Sem Fronteiras veio para dar uma bela oportunidade para os estudantes brasileiros, mas eu sempre converso com pessoas que estão fazendo faculdade e que não sabem do programa, ou então acham que é uma coisa impossível “pra rico”, ou difícil demais de se conseguir. Vim aqui quebrar tudo isso e falar pra você, pessoa que está na faculdade, VAI FUNDO!

“A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. O projeto prevê a utilização de para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.” Fonte: Site do programa

Pedi pro meu irmão Gustavo, que é estudante de Ciência da Computação em São Carlos e que foi para Inglaterra, e pra minha prima Raquel, estudante de engenharia de produção em Brasília que foi para Alemanha, separarem cinco dicas pra quem quer tentar o programa. Então anota aí:

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Para se inscrever para graduação sanduíche a pessoa deve estar matriculada em algum curso superior de instituição pública ou privada. Não é apenas para universidades públicas viu gente? É necessário também ter prestado a prova do ENEM depois de 2009 e obtido nota maior que 600, e a pessoa deve prestar a prova de proficiência na língua escolhida de acordo com o país que deseja se inscrever. Para mais informações sobre as documentações exigidas por país é só acessar o site do programa, porque cada país tem suas regras.

“A coisa mais dahora é sair da sua zona de conforto e descobrir coisas novas faz você ter uma noção melhor de como a sua vida pode melhorar/piorar. Eu tive experiências fantásticas, mas teve quem disse que nunca mais sai do Brasil.” Gustavo Buzogany

Depois da inscrição aprovada, com base nas suas notas e nas notas de corte das instituições, você se inscreve na que quer estudar. Eles analisam as notas, algo bem parecido com o PROUNI, e se tudo der certo você é escolhido pela sua futura universidade. O governo disponibiliza então sua bolsa de estudos para um ano no exterior. “Mas e o dinheiro? Dá?” Sim. As pessoas que conheço e que foram tiveram todo o suporte e não passaram necessidade nenhuma, o que é bacana, pois assim o programa se estende a mais pessoas, afinal, bancar um ano de estudo fora do país não é brincadeira não.

“Mas ouvi dizer que se eu ficar um ano fora do país, tenho que ficar um ano aqui depois…”É isso mesmo. Afinal, depois de todo investimento do governo pra que você fosse adquirir conhecimento, você tem que voltar com ele para seu país, né?

“Adorei viajar para lugares não tão turísticos e passar mais tempo nesses locais. É bem menos estressante e você tem tempo de se apaixonar pelos lugares.” Raquel Froese Buzogany

Este programa ainda é para a área de exatas, abrangendo engenharias, ciências biológicas, computação, entre outras, mas saiu há pouco tempo a criação do Cultura Sem Fronteiras (o nome deixou a desejar), que vai beneficiar alunos de humanas, como Administração, Design, Moda e Programação Visual. Conheço pessoas que fazem design e foram para Europa e EUA, então entre no site e fique por dentro.

Tem alguma dúvida que faltou? Pergunte nos comentários que eu posso tentar te ajudar =D

Lollapalooza 2014, eu fui!

E depois do meu primeiro Rock in Rio, minha paixão por festivais só aumentou e Lolla tava aí com MUSE pra gente poder curtir. Então vim hoje contar como foi a experiência.

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SHOWS

Não conhecia muitas bandas que iam tocar, algumas só de ouvir na rádio, mas fui esperando ver Imagine Dragons, Lorde e MUSE. Não consegui ver Imagine, mas Lorde deu um show delícia. Achei que ia ser paradão, mas ela conseguiu me cativar. Não sou fã maluca, mas posso dizer que quem é não se arrependeu de ter ido.
MUSE foi a grande razão de ir ao Lolla, pena que Matt estava dodói e não nos presenteou com seus agudos lindos, mas o cara foi lá e mesmo ferrado tocou MUITO e não me desapontou. Ótimo show! Eles voltam e eu estou esperando pra comprar ingressos desde já para ouvir Supremacy.

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Lorde

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MUSE

ORGANIZAÇÃO

Demoramos um bocado pra chegar ao local do evento, já que Interlagos fica longe pra lá de longe da cidade de São Paulo, tem apenas uma linha de trem que passa por lá e além de tudo não tinha onde deixar o carro, pra quem perdeu o timing do estacionamento. Saímos 13h de São José dos Campos e só entramos em Interlagos 16h30, por conta de: trem, muita gente e trânsito de Sampa. Imagine Dragons daria pra ver, se o show da Lorde não fosse às 18h30. Era tudo tão longe que desistimos de Imagine para poder comer algo e esperar o show. Os palcos eram distantes DEMAIS uns dos outros e a multidão era tão grande que fazia você demorar muito entre um palco e outro. Quem queria ver tudo não conseguiu, tenho certeza.

Pra ir embora? SUFOCO. Só um caminho pra todo mundo seguir e uma única estação de trem. O show terminou 23h e metrô fechava à 1h, foi sorte conseguir entrar no trem (12:30) e chegar até o Butatã (correndo às 1:05), que é onde largamos o carro. Foi corrida, emoção e muito apertamento. Nunca fui tão esmagada na minha vida pra conseguir entrar em algum lugar e isso vale pro trem, pra estação e pro evento, sempre com trechos que afunilavam a saída das pessoas. Fico pensando que em caso de algum incidente aquilo não ia dar certo. Rock in Rio dando SHOW de organização se considerarmos que haviam 75 mil pessoas alí e no RiR foram 100 mil quando fui. Me senti expremida naquele Autódromo.

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INFRAESTRUTURA
Maldita hora que fui pra dois Rock in Rio e ví que aquilo era bom. Banheiros químicos terríveis de fedidos e poucas latas de lixo. Mas pelo menos pra comer não tivemos problemas, principalmente pelo horário, só pegando fila pra trocar fichas. Feliz que tinha pão de queijo e suco, pois nunca me senti tão entendida em um evento. Mas sei que muita gente perdeu show por conta de filas. Também fiquei chateada que na lojinha só tinha camiseta pra comprar, ao valor de 100 dilmas cada. Cadê meu chaveirinho que sempre compro?

E pra constar, muuuuita gente reclamando da falta de sinal no celular. Aí ficou difícil falar com pessoas que marquei de encontrar lá dentro, não dei check-in, nem postei fotos de lá. E não foi só minha operadora não.

RESUMINDO: Os shows foram bons, mas acho que Lolla saiu da minha lista de festivais que eu iria de novo. Só se o show compensar muito.

Meme: 5 coisas para fazer na minha cidade – Poços de Caldas / MG

Atualmente moro no interior de São Paulo, São José dos Campos para ser mais exata. Antes de vir pra cá, morei também em Lorena, mas minha cidade, a MINHA, aquela que nasci, cresci e vivi minha infância e adolescência é Poços de Caldas, uma cidade fofinha do sul de Minas Gerais. Então vim contar pra vocês cinco coisas bem bacanas pra se fazer lá.

1. Subir a serra de São Domingos


Foto de Denis Lopes.

Uma das coisas que as escolas sempre fizeram lá na cidade foi organizar subidas ao Cristo Redentor (o terceiro maior do Brasil, logo depois do Rio de Janeiro). Minha mãe nunca tinha deixado eu subir com medo de que eu passasse mal, pois sempre tive bronquite asmática, mas depois de grande eu realizei meu sonho e finalmente subi a serra! Uma caminhada de 50 minutos, tranquila e com uma vista linda da cidade no final. Além de ver o lado da cidade, você pode continuar e ir até a rampa de salto de paraglider e vislumbrar um cenário lindíssimo, se quiser, aproveite e faça um salto. Se não quiser subir a pé, a serra também tem estrada para carros e o bondinho.

2. Tomar banho nas Thermas


Foto do Ferias Brasil.

Nunca fiz isso, mas se você vai pra lá, tem que fazer. As Thermas Antônio Carlos foram inauguradas em 1931 e são abastecidas pelas águas sulfurosas hidrotermais. Além de ser lindo o lugar, lá você pode tomar banhos relaxantes, ir na sauna, fazer limpeza de pele e massagens. Quem eu conheço que foi, adorou, então fica uma dica diferente pra quem vai pra lá.

3. Passear no Mercado Municipal


Foto do Eu Curto Minas.

Eu adoro conhecer hábitos culturais e culinários de lugares que vou, por isso mercados e feiras são primordiais em minhas listas de visita, principalmente pra quando for pra outros países e estados. Em Minas você pode se deliciar com queijos (nozinho, tirinha, fresco…) e doces (cocada, abóbora, doce de leite, geleias…) tudo do bom e do melhor. Eu, como boa mineira, sempre que vou pra lá preciso ir ao mercado para voltar com geleias, doces e queijos pra comer aqui pras bandas de São Paulo.

4. Andar pelas ruas e praças


Foto do Eu Curto Minas.

Poços tem seus mais de 180 mil habitantes, não é uma cidade muito pequena comparada com outras da região, e tem muito espaço pra andar. Uma das coisas que mais sinto falta por aqui é poder sair na rua pra passear. Sem pagar nada, sem ter que ir a lugar algum, apenas andar e ver coisas legais a céu aberto. Shoppings são legais, mas andar na rua, ver lojas, pessoas e o céu, fazem falta pra mim. Uma amiga foi pra minha cidade e disse que lá é um “shopping a céu aberto” e tenho que concordar, pois muitas lojas que vejo em shoppings aqui, estão nas ruas principais lá da cidade. E o melhor, lá você passeia e pode comer churros e tomar garapa baratinha. As praças e parques são lindos e de graça, só sair andando e apreciando.

5. Festa do Ditinho (São Benedito)


Foto do Via EPTV.

Já falei do mercado, de churros, então vou terminar com mais dica de comida: a Festa de São Benedito. Na primeira quinzena de maio, quando já está meio frio por lá, acontece na cidade uma festa folclórica-religiosa alusiva à integração do negro no Brasil. Ao redor da igreja se instalam barracas de entidades assistenciais e igrejas que vendem coisas deliciosas, como: cocadas, espetinhos de chocolate, doce de leite de vários sabores, maçã-do-amor, coquinho, canudinhos recheados, quebra-queixo, quentão e alguns pratos salgados como o famoso biscoitão recheado com carne desfiada e/ou pernil. Além das comidas deliciosas a festa também conta com apresentações de grupos de congos e caiapós.

Este post é mais um dos temas sugeridos pelo Rotaroots.

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