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Netflix Brasil
Sep 21st

Netflix é um site muito conhecido nos EUA e permite que você veja filmes e séries on-line sem precisar fazer download, por meio de streaming. O preço nos EUA é de US$ 7,99 e oferece o serviço desde 1999. O acervo deles é bem grande e pode ser acessado de videogames, smartphones e TVs, e cresce a cada dia.
Este mês o site chegou ao Brasil e eu como viciada em filmes e séries resolvi aproveitar o mês “di grátis” e ver como funciona o esquema todo do site. Fiquei com medo da coisa ser lenta, demorar, afinal é um filme, né? E não é que em alguns segundos o filme está rodando na sua tela?
O primeiro filme escolhido foi Karatê Kid. Comecei com ele legendado, mas a legenda ficou um pouco adiantada no meio do filme, coisa pouca, mas deu pra ver de boa. Depois resolvi ver Aladdin e rodou que foi uma beleza! Dublado e tudo! Ou seja, em duas experiêcias, tive mais felicidade que infelicidade. Vou usar este serviço ao longo do mês, mas já estou seriamente pensando em assinar, já que logo no lançamento temos desenhos atuais e filmes mais novos, além de clássicos que eu sempre quis assistir. Acho que o investimento vale muito! Além do mais, naqueles dias que você quer ver um filme e não tem nada no computados, é uma ótima! O serviço está com o preço de R$14,99 aqui no Brasil. Vale muito a pena, né?
Super 8 + Para Sempre Cinderela
Aug 16th
Super 8 Rating: 



“No verão de 1979, um grupo de amigos em uma pequena cidade de Ohio testemunha um acidente de trem catastrófico ao fazer um filme e logo suspeitam que não foi um acidente. Pouco depois, as desaparecimentos incomuns e acontecimentos inexplicáveis começam a acontecer na cidade, e o delegado local tenta descobrir a verdade – que é algo mais aterrorizante do que qualquer um deles poderia ter imaginado.”
Nossa, por onde começar. Eu imaginei uma coisa totalmente diferente com o trailer. Vi e gostei, mas imaginei outra coisa, e do nada me deparo com um novo Goonies, um novo Amigos Para Sempre, um mais moderno ET! Sim, comparo Super 8 a essas obras, porque são crianças que protagonizam todo o filme e não deixam nada a desejar. Foi emocionante, divertido e pra mim muito nostálgico, já que não vemos internet, telefones celulares, computadores, simplesmente a infância que tínhamos que inventar e reinventar nossas brincadeiras. O filme foi delicioso de assistir!
Para Sempre Cinderela Rating: 



“A rainha da França solicita a presença dos Irmãos Grimm no palácio e lhes conta que gosta muito da obra deles, mas que ficou espantada em como foi contada a história de Gata Borralheira. Assim, decide lhes narrar o que realmente aconteceu na França do século XVI, quando Danielle de Barbarac (Drew Barrymore), sua tataravó, que ficou feliz aos oitos anos quando seu pai (Jeroen Krabbé), um aristocrata viúvo, se casou novamente com uma baronesa (Anjelica Huston), pois assim ela ganhou uma mãe e duas irmãs no mesmo dia. Mas a sonhada felicidade durou muito pouco, pois logo depois seu amado pai morreu subitamente e a madrasta, que ela desejava que fosse a mãe que nunca tivera, passa a tratá-la como uma criada. Uma das filhas da baronesa é bondosa e não concorda com várias atitudes da mãe, mas por outro lado a outra filha é bastante egoísta e só pensa em se casar com o príncipe herdeiro (Dougray Scott). Para isto ela tem total apoio da mãe, que está disposta a conspirar, mentir e fazer o necessário para ver sua filha como a futura rainha. Mas ela precisa agir rápido, pois o príncipe conheceu Danielle e os dois estão apaixonados, com os sonhos de grandeza da baronesa podendo serem frustrados, pois sua enteada e o príncipe estão sendo aconselhados por ninguém menos que Leonardo da Vinci (Patrick Godfrey).”
Eu sei que o filme é de 1998 (13 anos atrás OMG!), mas nunca falei dele porque né? Velhinho… mas segunda ele passou na TV e eu tive que falar dele! Porque é puro amor, fofura, roupas lindérrimas, algumas coisas modernosas demais e há distorção de histórias, mas com tanta fofura, o resto eu desconsidero, porque é muito amor esse filme! Drew tá linda, meiga e eu sempre vejo e choro. Vai dizer que você, menina que é romântica lá no fundo não gosta desse filme? Impossível! E a cena do soco? A mais engraçada! E é outro que eu devoro a trilha sonora!
Destino (2003)
Feb 11th
Muito mais do que os olhos podem ver, é o que podemos falar dessa animação.
A obra “Destino”, produzida da inusitada parceria entre o gênio dos desenhos animados Walt Disney, e o conceituado artista Surrealista Salvador Dali, nos levam, em seus pouco mais de 5 minutos – a uma viagem única entre o mundo da arte e da animação.
Devido ao período de Guerra, em 1946, os estúdios Disney estavam produzido apenas filmes animados que eram utilizados para o treinamento do exército estadounidense. Não havia investimento para produções de longa metragens, e era período da produção de curtas animados, muitos deles apresentados pela Silly Symphonies. Contudo, Walt Disney percebeu que poderia extrapolar o limite das animações de curta duração… Foi quando conheceu, pessoalmente, Salvador Dali, que estava nos Estados Unidos, fugindo do caos na Europa. Disney estava muito interessado na arte de Dali, e o artista, por sua vez, curioso pela técnica de imagens em movimento. Nascia um casamento entre dois gênios dos século XX.
O espetacular trabalho manual era feito inicialmente por Dali, todo o concept de cenários e quadros principais, e o animador John Hench teve a tarefa de unir as sequências. Com uma incrível habilidade, os traços tornaram-se tão semelhantes que o próprio artista já não mais distinguia quais era os seus desenhos ou os do companheiro.
A canção folclórica mexicana “Destino”, de Armando Dominguez e interpretada por Dora Luz, tornou-se o título do trabalho, pelo fato de nos mostrar o constante conflito com o tempo pela espera de nosso próprio destino.
Como, nem tudo que é bom dura para sempre, pedidos para produções de longas metragens apareciam nos estúdios Disney, novamente, e devido a alguns desentimentos o projeto ficou de lado.
Somente no ínicio da década passada, o criador de animação, Roy Edward Disney, neto do fundador da empresa, resolveu levar adiante o projeto. Dominique Monfery foi convidado para a direção desse trabalho, sendo que seu estúdio, já havia produzido, em parceria, minutos para clássicos Disney, como “O Corcunda de Notre-Dame”. O diretor sentiu a responsabilidade da produção, mas – felizmente – acabou aceitando. Sua adição a equipe foi, com certeza, essencial.
O filme é repleto de referências de obras de Dali de até os anos 40. Vale a pena conhece-las para usufruir melhor da animação, que soa muito mais como se fossem os próprios quadros em movimento mas com o ar Disney de ser. A obra foi exibida pela primeira vez em Junho de 2003 na França, para posteriormente só em dezembro – do mesmo ano – ir para os Estados Unidos. Esse trabalho que teve um início desprentencioso, sem fins comerciais, apenas a arte pela arte, hoje é considerada uma obra significante tanto para o acervo de Disney, como para o do próprio Dali.
Na época, em entrevistas, cada um dava seu ponto de vista, Dali dizia que o curta era “Uma exposição mágica do problema da vida no labirinto do tempo”; já Walt Disney: “Somente uma simples estória sobre uma jovem garota em busca do verdadeiro amor”.
Verdade seja dita, “Destino” é um projeto singular de “um desenho animado nunca antes visto”.
O curta faz parte dos extras do Blu-Disc de Fantasia 2000, lançado no final do ano passado, aqui no Brasil.
Também faz parte do conteúdo bônus um documentário relatando todos os detalhes da trajetória desse projeto. Fica como lição de casa assistirem.
A Origem + O Lutador
Jan 28th
A Origem -Rating: 



“Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é um habilidoso ladrão, o melhor na perigosa arte da extração, o roubo de segredos valiosos das profundezas do inconsciente durante o sono com sonhos, quando a mente está mais vulnerável. A rara habilidade de Cobb o tornou peça fundamental no traiçoeiro mundo da espionagem industrial, mas também o tornou um fugitivo internacional e ele perdeu tudo o que mais amava. Agora, Cobb tem sua chance de redenção, um último trabalho que pode dar-lhe sua vida de volta se ele conseguir o impossível – inserção. Ao invés do roubo perfeito, Cobb e sua equipe de especialistas têm que obter o inverso: sua tarefa não é roubar uma ideia, mas plantar uma. Se eles conseguirem, terão o crime perfeito. Mas nem todo seu planejamento poderia prepará-los para um perigoso inimigo que parece prever cada movimento da equipe. Um inimigo que apenas Codd consegue enfrentar.”
Se eu tivesse que escolher um filme pra ganhar muitos prêmios hoje, seria esse. Efeitos especiais que me lembraram um pouco de 2001 – Uma Odisséia no Espaço, por conta dos cenários virando 360º, mas logicamente com mais movimento, já que nossos recursos atuais de tecnologia passam longe dos que Kubrick tinha, não é? Leonardo di Caprio mandou muito bem e de novo ficamos achando que ele é um pirado #ilhadomedofeellings, o moçinho do “10 Coisas que Odeio em Você” também foi muito bom, e eu AMEI o roteiro. No começo você se perde um pouco, bem pouco, mas depois que você entende toda a situação… você fica “OMG! QUE FO**!”. Adorei, adorei e adorei!
O Lutador -Rating: 



“Randy `The Ram´ Robinson (Mickey Rourke) é um bem-sucedido pugilista nos anos 80 que é impedido de lutar depois de sofrer um ataque cardíaco. Assim, ele consegue um emprego em um restaurante, começa a tentar namorar uma stripper e tenta retomar uma relação com sua filha, mas não consegue resistir a vontade de retornar à antiga carreira, mesmo sabendo que isso oferece riscos a sua saúde. “The Wrestler”, dirigido pelo americano Darren Aronofsky (“Fonte da Vida”), levou o Leão de Ouro de melhor filme na 65ª Mostra de Cinema de Veneza. Rourke, na vida real, foi boxeador profissional entre 1991 e 1995, o que o obrigou a passar por várias cirurgias plásticas. A imprensa iraniana acusou o filme de mostrar a ignorância e a opinião pré-concebida do Ocidente em respeito ao Irã. A cena em questão é a que o protagonista luta contra um personagem chamado The Ayatollah, que se veste com uma indumentária típica do Oriente Médio e balança uma bandeira iraniana antes de atacar Robinson com o mastro.”
Confesso que Mickey Rourke me dá um bocado de medo. Mas o filme acho que entendeu que começar com um close dele seria bem estranho, então você demora uns minutos pra ver o rosto dele. Achei interessante a câmera na maioria do tempo filmando ele de costas, assim você tem uma vista quase que em primeira pessoa, mas ao mesmo tempo fica distante, já que ele te dá as costas o tempo todo. Acho que isso me impediu um pouco de chorar no filme, o personagem quase não me encarava. Entendo porque Rourke ganhou prêmios de melhor ator, já que levou o filme TODO nas costas. Confesso que luta livre não me agrada, principalmente as lutas que os caras realmente se machucam muito, essa foi uma das lutas que mais me incomodou, mas você vê que tudo que ele fez deixou consequências. Gostei bastante, não foi um filme chato de ver, como achei que seria, adorei a fotografia e os tons frios que eles utilizam quando ele está fora do ringue. Valeu a pena!
Sinopses e imagens : Cinema com Rapadura
O Turista + A Rede Social
Jan 14th
O Turista -Rating: 



“A trama se passa em Veneza, na Itália, e em Paris, na França. A trama acompanha Frank (Depp), um turista americano que viaja para Veneza a fim de esquecer uma decepção amorosa quando conhece a bela e sedutora Elise (Jolie), uma mulher que deliberadamente cruza seu caminho com o dele e é uma agente da Interpol. Frank se apaixona perdidamente por ela, mas depois descobre que está sendo usado e que foi colocado em meio a um redemoinho de intrigas e perigo.”
Eu tinha que assistir, afinal, Jolie e Depp? É quase obrigação. Mas bem, achei a coisa toda meio fraca. A ação é divertida e ttem certas horas que Depp me fez lembrar do Jack em Piratas do Caribe, principalmente quando ele saiu correndo pelo telhado, mas… sei lá, faltou algum sal nessa mistura toda. Jolie está meio sem expressão e achei uma mistura de Sr. e Sra. Smith com Salt.
A Rede Social -Rating: 



“Em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores, Mark Zuckerberg se senta em seu computador e acaloradamente começa a trabalhar em uma nova idéia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação. Em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história… Mas para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais. “A Rede Social” é um filme que prova que não é possível chegar a 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos.”
Tá bem que o cara é um gênio, mas daí dizer que o filme é bom por causa disso é demais. Achei cansativo, bem confuso no começo e achei o cara um verdadeiro panaca. O ator mesmo nem é tão expressivo no filme, achei o cara que fez o papel do Eduardo bem melhor. Ele trolla super bem, mas mesmo assim, um panaca. Panaca, sortudo e rico. Fazer o quê! A trilha é uma das poucas coisas boas do filme, então, se você está sem paciência, pegue a trilha sonora e seja feliz! haha.

































































