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Drive + Sete Dias com Marilyn
Apr 23rd
Drive - Rating: 



“Um dublê de Hollywood (Ryan Gosling), que à noite trabalha como motorista de fugas para criminosos, descobre que há um preço pela sua cabeça depois que ajudou o namorado ex-presidiário de sua vizinha (Carey Mulligan) em um golpe que acabara mal.”
Depois de muito ouvir sobre esse filme em podcasts e sites eu tinha que assistir, e foi o que eu e o namorado fizemos. Não quis ler muito sobre o filme antes de assistir, pra ele me pegar de surpresa e foi EXATAMENTE o que aconteceu. Achei algo meio “Clube da Luta”, não sei explicar, mas o filme foi bom. Não achei que se tornaria tão sangrento e violento, mas Ryan Gosling me fez ficar com nervoso de suas atitudes, ou melhor falta dela no começo do filme, mas depois ele resolve partir pra ação e ele explode seus miolos. Ótima atuação dele, ótima trilha sonora, que me lembrou filmes dos anos 80 e ótimas cenas. Agora posso ouvir mais podcasts sobre o filme.
Sete Dias com Marilyn - Rating: 



“Na trama acompanha o período em 1956 que Monroe passou na Inglaterra filmando The Prince and the Showgirl ao lado de Laurence Olivier. A história adapta o livro homônimo de Colin Clark, que na época trabalhava como assistente nas filmagens. Durante uma semana, ele teve a oportunidade de ciceronear a diva – desesperada para escapar das pressões da rotina hollywoodiana – e mostrar-lhe o melhor da vida britânica.”
Eu ando assistindo Smash, uma série da Universal que mostra a criação de um musical inspirado na vida de Marilyn e por conta disso fiquei com mais vontade de conhecer a diva, então fui correndo atrás deste filme, que mostra como ela era doce, adorada por todos e desejada por muitos. Era uma mulher carente, insegura e que adorava ser o centro das atenções. Neste filme acompanhamos um momento delicado, onde já vemos uma Marilyn usando de remédios , álcool e chegando sempre atrasadas nas gravações. Michelle Williams ficou assustadoramente igual à Marilyn. O filme é doce, gentil, leve e rápido, assim como a carreira de Marilyn.
Sinopses de Omelete
Rocky III + Filadélfia
Apr 2nd
Rocky 3 – O Desafio Supremo Rating: 



“Rocky finalmente conseguiu tudo o que queria. Depois de conquistar o campeonato mundial dos pesos pesados, ganhar milhões de dólares e tornar-se um ídolo nacional, Rocky acha que é hora de parar. Até que aparece um desafiante desconhecido – o feroz Clubber Lang, disposto a destruí-lo dentro ou fora do ringue. O treinador Mickey (Burgess Meredith) não quer a luta. Acha que Rocky está velho e sem preparo. Mas como fugir, depois de ser insultado, sem ser considerado um covarde? Depois da morte de Mickey, pela primeira vez em sua vida Rocky sente medo. E, para vencer o maior desafio de sua carreira, conta com a ajuda inesperada de velho rival, Apollo (Carl Weathers), ex-campeão do mundo.”
Eu já disse aqui uma vez que nunca tinha assistido aos filmes do Rocky, por mais famosa que a música possa ser. Então assisti o terceito filme da franquia, o que vem com a trilha “Eye of The Tiger”, que eu sempre achei que era do primeiro filme. Foi muito bom ver Balboa lutando de novo, quebrando barreiras e crescendo como pessoa. Além do que eu acho ele uma graça dando conselhos e tentando ser sempre calmo e pacífico. Adorei!
Filadélfia Rating: 



“Promissor advogado (Tom Hanks) que trabalha para tradicional escritório da Filadélfia despedido quando descobrem ser ele portador do vírus da AIDS. Ele contrata os serviços de um advogado negro, que forçado a encarar seus próprios medos e preconceitos.”
Um dos filmes que eu ouvi muito falar, acompanhava a trilha no extinto SoundTrack Channel, meu canal favorito da TV a cabo quando pequena, e que eu nunca havia assistido. Como Denzel Washington está novinho, como Tom Hanks está maravilhoso e como a história é linda e comovente. Ficava me perguntando, e na verdade é uma das perguntas que mais me faço em vários outros dias: “como podem algumas pessoas serem tão ruins?”. Infelizmente é uma pergunta que não tem resposta, mas o filme é lindo, e mesmo sendo de 1996 eu recomendo pra quem não viu, mostra a realidade de uma época não tão distante da que vivemos e que ainda bem está sendo modificada.
Sinopses e imagens : Cinema com Rapadura
Persepólis (2007)
Mar 3rd
Sugestão da semana aparecendo por aqui no sábado, mas ainda em tempo do pessoal curtir no final de semana. No menu de hoje, vamos comentar sobre o longa metragem animado: “Persepólis”.

Primeiramente, apresentando para aqueles que não conhecem, “Persépolis” é baseado numa série em quadrinhos de nome homônimo, autobiográfica de Marjane Satrapi. O filme começa de uma maneira diferente a sua produção original, mas isso não prejudica o desenvolvimento da narrativa. Nele conhemos a protagonista, que ao chegar num aeroporto, começa a se lembrar de sua vida, a partir de sua infância… Onde na HQ, começa direto nessa parte.

Marjane, aos 10 anos, no Teerã, antes da revolução que aconteceria no ano de 1979. Para acabarem com o Regime imposto pelo Xá. Em algumas noites, quando ia dormir, a pequena garota conversava com Deus, o qual lhe explicava melhor sobre suas dúvidas, pois ela queria ser a última profeta da galáxia.

A garota, filha em uma família instruída, lia muito e era bastante curiosa, de opinião forte, mas estava sempre aprendendo e querendo compreender porque das atitutes que os homens tomavam. Logo que se dá o início da Revolução, percebemos o contra-ponto entre os momentos de tensão dos adultos, e a maneira que Marji e seus amigos encaravam aquela situação, com brincadeiras, ou mesmo, imitando os mais velhos achando que era certo o que faziam: perseguindo quem não gostavam, querendo fazer torturas, algo que nessa idade não ajudaria a perceberem o que é, ou não, correto em suas atitudes.


Ao invés da vida melhorar após a Revolução, muitas mudanças ocorrem no país islâmico. Começam o uso dos véus, as crianças estudam em escolas separadas, falta de alimento, e uma grande censura em todos os lugares, onde para conseguir fitas cassetes de bandas – como Bee Gees, Iron Maiden, Michael Jackson – apenas no mercado negro. Algo que nunca impediu Marji de andar com seus tênis Adidas, jaqueta jeans, mesmo sendo reprimida nas ruas.

Com o cerco fechando para aqueles que tentavam mudar o novo Regime Islâmico, e a guerra com o Iraque iniciada, os pais de Marji decidem manda-la para Austria, para sua proteção. Lá, ela passa sua adolescência, mas sofrendo muito preconceito por ser iraniana. Logo, os anos se passam, e a menina, agora mulher, resolve voltar para casa após essa tentativa fracassada de conseguir viver na Europa.

Ao voltar para casa, Marji tenta reencontrar seus amigos, saber das novidades, mas com seu espírito ainda rebelde, onde frequenta festas escondidas, apostas com as amigas que tiraria o véu, dentre outras questões. Acaba se casando para poder namorar, mas mais tarde percebe que havia feito uma escolha errada. Para então, tentar novamente, partir do Irã.

A animação esta bem fluída, com vários quadros, e achei legal quando algum adulto conta alguma história para Marji, na fase de criança, trabalham com uma animação que me lembrou muito vetores em movimento, como se fossem marionetes. Favorecendo esse contraste entre as linhas de tempo da narrativa. Em varios momentos, usam silhuetas para representar as pessoas, e isso é trabalhoso, pois trabalhar com formas, apenas, e cor chapada, você precisa tranpor tanto conteúdo em algo que faça seu cerebro remeter a outra coisa já conhecida, e então ter certeza que será obtido o resultado desejado na tela.


Outra detalhe é saber que o processo de animação foi bastante árduo, com muitos desenhos feitos a mão, algo que não consigue deixar de enxer meus olhos sempre que fecho. Acompanhar o Making Of de uma produção dessa qualidade, sempre é algo que inspira a criação de algo assim, também.

Acabei comentando sobre esse filme, porque durante essa semana, dublei o trecho em que a pequena Marjorie se despede de seus pais no aeroporto – que foi uma cena bem tocante de se realizar – no curso de dublagem que estou fazendo. Então, no dia seguinte acabei comprando a HQ original e assistindo ao filme.

“Persepólis” é um filme em que conseguiu manter muito a essência da obra original, com suas resalvas, em resumir a história de alguns personagens, visto que chega a ser aceitável, dado pelo fato que numa adaptação de narrativa para um suporte tecnologico diferente, alterações são necessárias. O filme por si só, é muito bem resolvido, e o modo que enquadramentos – principalmente – foram modificados favorecem para uma animação mais envolvente. A HQ acaba ficando no papel de completar tudo isso, sendo assim, recomendo a assistirem ao filme, e depois lerem os quadrinhos, que apesar do lançamento ter sido na ordem inversa – da sugerida – acredito que desse modo soe mais bacana para aproveitar todo o conteúdo, pois acaba sendo um complemento.

No Brasil, “Persepólis” foi lançada em volumes separados, ou único, que podem ser encontrados tanto em livrarias físicas, como virtuais, e também em dvd. A produção do filme realizada pela France 3 Cinema (que também foi responsavél pelo “O Mágico”), e premiado pelo Jurí no Festival de Cannes, de 2008, vale a pena ser aproveitado em suas duas versões. Apesar de ser autobiografico, o que me chamou muito a atenção são as questões de valores familiares apresentados, a grande afeição de Marji por sua avó e o Tio Anouche, pessoas que mesmo com tanta desgraça em volta, ela se inspirava neles e os tinha como um porto seguro.

Por hora é isso, bom final de semana para todos.
Ateh o/
O Homem que Mudou o Jogo + A Invenção de Hugo Cabret
Feb 26th
O Homem que Mudou o Jogo Rating: 



“Baseado numa história real, O Homem Que Mudou O Jogo (Moneyball) é um filme para quem nunca sonhou em ser parte do sistema. Brad Pitt interpreta Billy Beane, o gerente geral do time Oakland A´s e o responsável pela montagem da equipe, que tem uma epifania: tudo da sabedoria convencional do beisebol é errado. Forçado a reinventar sua equipe com um orçamento apertado, Beane terá que ser mais esperto que os clubes mais ricos. A equipe que antigamente contava com atletas estudantes da Ivy League, faz uma parceria improvável com Peter Brand (Jonah Hill), recrutando jogadores e barganhando com rejeitados, todos eles com uma mínima habilidade para chegar à base, marcar pontos e ganhar jogos. É mais do que beisebol, é uma revolução – uma atitude que desafia as tradições da velha escola e coloca Beane na mira daqueles que dizem que ele esta acabando com o coração e a alma do jogo.”
Em meio a flashbacks, Moneyball me surpreendeu. Brad Pitt é um personagem mais velho e com responsabilidades, ele parece realmente isso. É demais a técnica utilizada para mudar o jogo, como a matemática pode fazer muita coisa pelas pessoas, e como o filme foi legal. Não chegou a ser empolgante pra mim, talvez por não conhecer muito o jogo. Melhor cena, a final na qual chorei com Brad.
“A Invensão de Hugo Cabret” Rating: 



“Hugo Cabret é a adaptação 3D de Martin Scorsese para o livro que acompanha Hugo (Asa Butterfield), um garoto de 12 anos que vive em uma estação de trem em Paris no começo do século 20. Seu pai, um relojoeiro que trabalhava em um museu, morre momentos depois de mostrar a Hugo a sua última descoberta: um androide, sentado numa escrivaninha, com uma caneta na mão, aguardando para escrever uma importante mensagem. O problema é que o menino não consegue ligar o robô, nem resolver o mistério.”
Asa Butterfield é uma gracinha, que olhos! E como ele conquista quem vê o filme. Ouvi Rapaduracast antes de ver o filme e já sabia que o filme era uma homenagem a Melies, um dos criadores do cinema e um artista que conheci nas aulas de cinema da faculdade. Graças a essas aulas achei as referências escondidas no filme e isso me fez ver tudo de uma maneira diferente. O filme faz esta homenagem de uma maneira sutil e você só descobre depois de algum tempo, isso pra mim foi muito legal. Temos uma valorização da leitura com a personagem cativante e empolgada interpretada por Chloe Moretz, ela está demais e isso, os alementos da história, como o autômato, os desenhos e o 3D que pra mim foi muitíssimo bem obrigada, fez de Hugo Cabret um dos meus favoritos ao Oscar, até agora.
Não vai dar tempo de ver todos, mas corri na medida do possível pra acompanhar. Vamos ver o que será hoje né? Bom Oscar pra todos.
Sinopses por Cinema com Rapadura e Omelete
Lista de Schindler + As Aventuras de Tintim
Jan 24th
A Lista de Schindler Rating: 



“Clássico do cinema moderno, “A Lista de Schindler” é a história real e emocionante do empresário Oskar Schindler, que num gesto humanitário de extrema ousadia salvou milhares de judeus, ao mesmo tempo em que contava com o apoio de nazistas. Aparentando desinteresse pela política e fingindo explorar o baixo custo da mão-de-obra judia, o que Schindler fazia era empregar inocentes que de outra forma morreriam nos campos do holocausto. Comovente, importantíssimo, atual, “A Lista de Schindler” é o maior triunfo cinematográfico do diretor Steven Spielberg, vencedor de sete Oscar (incluindo Filme e Diretor) e que finalmente o consagrou dentro da Academia.”
Este filme eu assisti há algum tempo atrás, mas depois de ouvir o Rapaduracast #267 sobre Steven Spielberg eu tive que rever este clássico com meu namorado, que nunca havia assistido. O filme é todo preto e branco, que eu acho que dá um ar muito gostoso e diferente ao filme. Apenas em dois momentos uma garotinha de casaco vermelho aparece. O drama é simplesmente fantástico e tem cenas bem fortes. Eu sou uma admiradora de história da Segunda Guerra e quem também é tem obrigação de assistir este filme maravilhoso.
As Aventuras de Tintim Rating: 



“Tintim (Jamie Bell) é um jovem repórter, que está sempre atrás de boa matéria. Um dia, ele vê à venda na rua o modelo de um galeão antigo e resolve comprá-lo. Logo dois outros interessados o abordam, querendo adquirir o objeto, mas Tintim não o vende. Ele leva o galeão à sua casa, onde o coloca em destaque. Só que a entrada de um gato faz com que Milu, seu cachorro, o persiga dentro de casa e, por acidente, derrube o galeão. Ele fica danificado e um pequeno cilindro sai de seu interior, sem que Tintim perceba. Logo Tintim e Milu vão à biblioteca, onde tentam encontrar mais informações sobre o navio retratado no modelo. Ao retornar percebem que o galeão foi roubado. Tintim vai até a mansão recentemente comprada pelo doutor Sakharine (Daniel Craig), um dos interessados em comprar o modelo, mas nada descobre. Ao retornar ele encontra o cilindro e percebe que, dentro dele, há uma pista para um tesouro perdido. É o início de uma nova aventura, onde Tintim e Milu se juntam ao capitão Haddock (Andy Serkis) na disputa contra Sakharine para encontrar o tesouro.”
Tineim fez parte da minha infância e era um de meus desenhos prediletos. Obrigada TV Cultura por me proporcionar entretenimento de qualidade quando eu era pequena. Tintim pode até ter sido uma paixão platônica, pois era só começar a música que lá estava eu na frente da TV.
Então, depois de muitos anos, eu cresci e Spielberg resolve se juntar com ninguém menos que Peter Jackson, diretor de todos os filmes da trilogia “Senhor dos Anéis” e fazer um filme sobre um dos meus personagens prediletos quando criança! Bem, não podia ter sido melhor! O filme é divertidíssimo, o 3D não foi maravilhosamente espetacular, mas foi muito legal, e a história do “Licorne” demais. Tudo que eu esperava o filme me apresentou ali na telona. Indico muito porque ele está simplesmente delicioso!



























































