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Rio (2011)
Apr 15th
E na sexta-feira passada estreou “Rio”, a nova animação de Carlos Saldanha produzida lá nos Estados Unidos pelos estúdios Blue Sky. Os mesmo da trilogia “A Era do Gelo”. Ao longo dessa semana já tivemos muitos comentários daqueles que gostaram, e daquela que… gostaram um pouco menos, hehe.

O longa metragem tem como protagonista o personagem Blu, o último macho da espécie de araras azuis. Ele é capturado na sua infância e levado para o Canadá, onde é criado pela humana Linda e vive numa mordomia melhor do que muita gente por aí. Tudo isso muda até a chega de Túlio (personagem dublado por Rodrigo Santoro), o qual viajou para levar o Blu devolta para o Brasil e acasalar com a última fêmea da espécie. Rola aquela discução básica de que é um absurdo, mas sabemos que ele acaba voltando. Ao chegar no centro de estudo das aves, no Rio de Janeiro, Blu conhece Jade (dublada originalmente pela Anne “Mulher-Gata” Hathaway *-*) e descobre que ela quer fugir. Contudo, antes disso acontecer, os dois são sequestrados por contrabandistas de aves silvestres e está armada a confusão.

Ao decorrer da narrativa, eles conhecem outros pássaros característicos do nosso país, e todos com sua ginga brasileira, dentre eles o tucano Rafael, o canário Nico (um dos meus personagens favorito, hehe. E foi recebeu a voz do Jamie Foxx), seu parceiro o cardeal Pedro e o vilão Nigel, uma cacatua. Os recursos gerados pelos equipamentos da Blue Sky não deixam nada a desejar e apresentam um filme de qualidade visual sensacional, cores estontêantes e vivas além de uma trilha sonora espetacular – com participação de Carlos Mendes, Will I.Am (hã?), Bebel Gilberto e outros – essa que em ambas versões, em inglês e em português, ficaram muito boas.
A animação é divertida e os pais podem levar os filhos sem preocupação nenhuma. O roteiro simples com apresentação de personagem, conflito, superação e fim mostra um desenrolar simples sem muitas reviravoltas, nada muito audacioso, talvez para terem controle da situação. No entanto, durante entrevistas na época de divulgação do filme, Carlos Saldanha disse que pretendia realizar um filme falando do Brasil, feito por um brasileiro, tratando-se do ritmo contagiante, as paisagens turistícas que fazem você realmente querer ir pra Cidade Maravilhosa, ele acertou em cheio. Não tem nada de errado em mostrar o Pão-de-Açúcar, Cristo Redentor, as praias e o desfile das escolas de samba na Sapucaí, afinal, estamos falando do Rio. Mas não é o que sempre mostram? O diretor acabou optando pela via mais fácil para representar o nosso país, apresentando algo que não inova do arroz com feijão que os estrangeiros já conhecem. As próprias reportagens nacionais ainda dão destaque para os atores estadounidenses que emprestam as vozes aos personagens animados, e no Brasil se limitam a dizer que a FOX solicitou uma equipe de dubladores profissionais. De qualquer forma, vemos, ou melhor, ouvimos Mauro Ramos (nosso já conhecido Pumba, em “O Rei Leão”; Sully, “Monstros S.A”) na voz de Pedro, Alexandre Moreno (Gato de Botas em “Shrek 2″; Síndrome, o vilão de “Os Incríveis”) interpretando Nico e na versão brasileira a voz da Jade é de Adriana Torres (Estrela Negra, em “Jovens Titãs”; Heather, em “A Ilha dos Desafios”), dentre outros que podem ver a listagem clicando aqui http://www.adorocinema.com/filmes/rio/ficha-tecnica-e-premios/ . Uma pena porque são profissionais que dedicaram seu trabalho as nossas lembranças e damos, muitas vezes, mais atenção a alguém de fora.
Rio é uma produção muito legal, porém não foge muito da produção da Disney, “Alô Amigos” (1942), onde a equipe de animadores veio para o Brasil – também – e criaram o Zé Carioca, o papagaio malandro, alegre e que adorava pinga. Retrataram o povo da Bahia, como Saldanha retrata os cariocas, agora. Com certeza será mais um dvd na minha coleção, Carlos tem seus méritos pelos resultados de seus trabalhos, isso é inquestionável, tanto que o filme atingiu uma das melhores bilheterias de estréia no gênero. Mas, enfim, ele não foi muito além do que um diretor yankee teria ido se tivesse passado o feriado de Carnaval por aqui.
Burlesque + Vestida Para Casar
Apr 11th
Burlesque – Rating: 



“Ali (Christina Aguilera) é uma jovem de uma cidade do interior, com uma bela voz, que escapa da vida dura e de um futuro incerto e vai a Los Angeles, para concretizar os seus sonhos. Por acaso, ela chega a um teatro majestoso, porém em péssimo estado de conservação, The Burlesque Lounge, onde está sendo exibido um fantástico musical. Ali é contratada como garçonete por Tess (Cher), dona e administradora do teatro.
Os fantásticos figurinos de Burlesque e a coreografia ousada conquistam Ali, que se promete que, um dia, subirá ao palco do teatro. Logo, Ali fica amiga de uma dançarina (Julianne Hough), provoca o ciúme de uma dançarina desequilibrada (Kristen Bell) e conquista o amor de Jack (Cam Gigandet), que trabalha como barman e músico. Com a ajuda de um esperto cenógrafo (Stanley Tucci) e o apresentador transformista (Alan Cumming), Ali consegue sair do bar e subir ao palco. Sua voz espetacular ajudar a recuperar a antiga glória do The Burlesque Lounge, porém somente depois que um empresário carismático (Eric Dane) chega com uma proposta tentadora”
Filme gostozinho de lembrar sessão da tarde. Me lembrou muito “Show Bar”, as músicas foram bem legais, a Cher tá mais esticada do que nunca, “Xtina” também nem pareceu ela e achei que mandou muito bem no filme. Ela mudava de cara a cada apresentação. Foi um bom filme pra curtir um sábado com chuvinha e pipoca com o namorado.
Vestida Para CasarRating: 



“O filme é centrado em Jane, uma mulher idealista, romântica e completamente altruísta. Uma acompanhante nupcial permanente cujo próprio final feliz nunca está à vista. Porém, quando sua irmã mais nova, Tess, rouba o coração do patrão de Jane – por quem ela está secretamente apaixonada -, ela começa a reexaminar seu estilo de vida “sempre dama de honra”. Jane sempre foi boa em tomar conta dos outros, mas não tanto em cuidar de si mesma. Toda a sua vida dedicou-se a fazer as pessoas felizes e como prova tem um armário repleto de 27 vestidos de dama de honra. Em uma noite memorável, Jane consegue fazer o percurso de ida-e-volta entre duas festas de casamento, uma em Manhattan e outra no Brooklyn, façanha testemunhada por Kevin, um repórter de jornal que percebe que uma história sobre essa viciada em casamentos é seu passaporte para sair da coluna de furos nupciais do jornal.”
Já havia assistido esse filme, mas não comentei aqui e como ví de novo no sábado na TV, eu resolvi comentar. Uma comédia romântica das bem divertidinhas. Mas com os clichês de sempre. Só achei legal a quantidade de casamentos diferentes que a personagem vai, deve ser bem legal isso. Ok. Eu fico com muita raiva da irmã dela e dela simplesmente aceitar tudo que fazem e dizem, mas logo toma jeito! Do mais, só mais um filme de sessão da tarde.
Sinopses do Cinema com Rapadura
127 Horas + O Discurso do Rei
Mar 30th
127 Horas – Rating: 



“O filme conta a história real do alpinista Aron Ralston (James Franco) para se salvar depois que um pedregulho cai sobre seu braço e o prende em uma montanha isolada em Utah. Pelos próximos cinco dias (as 127 horas do título), Ralston examina sua vida e sobrevive tenta sobreviver às circunstâncias para finalmente descobrir que tem a coragem para se soltar, escalar uma parede de 65 pés e caminhar ao longo de oito quilômetros para finalmente ser resgatado. Ao longo de sua jornada, Ralston lembra dos amigos, da namorada, da família, e das duas caminhantes que ele conheceu antes de seu acidente. Serão elas as duas últimas pessoas que ele terá a oportunidade de conhecer?”
Ao contrário do que li muita gente falar, este filme não parece ter 127 horas, muito pelo contrário! Achei que James Franco segurou o filme sozinho e muito bem. Edição bem diferente do filme, que chega a dividir a tela em 3 partes, sempre com imagens de corrida ou meio beirando o psicodelismo. Gostei dos delírios do personagem, bem representados e bem colocados e a trilha, PERFEITA! Lindas imagens de natureza e ótimas locações. Gostei bastante!
O Discurso do Rei – Rating: 



“Quando seu irmão, o Rei Edward VIII, abdica a coroa para se casar com uma americana, George é forçado a se tornar o novo monarca da Inglaterra. Mas o novo rei enfrenta um complicada crise: sua gagueira nervosa o impede de ter uma voz de comando. Vendo a necessidade de se tornar um grande líder ele contrata o excêntrico fonoaudiólogo Lionel Logue para ajudá-lo a ser o rei que seu país precisa para enfrentar a iminente Segunda Guerra Mundial.”
Depois de duas vezes caindo no sono eu terminei o filme, e sabe de uma coisa? Gostei! Me senti nervosa com a gagueira do rei e achei legal a relação de amizade dele com o Lionel Logue. Foi um filme bom sim, mas realmente Helena Bonham Carter não merecia prêmio de interpretação. Sério, eu fico esperando ela dar um grito e falar “pegadinha”!! Pra mim ela já está taxada como uma doida varrida. Mas Colin Firth está explêndido e mereceu o Oscar de melhor ator.
Posters e sinopses do Cinema com Rapadura
O Vencedor + Bravura Indômita
Mar 16th
O VencedorRating: 



“Dicky Ecklund (Christian Bale) é uma lenda do boxe que desperdiçou o seu talento e a sua grande chance. Agora, o seu meio-irmão Micky Ward (Mark Wahlberg) tentará se tornar uma nova esperança de campeão e superar as conquistas de Dicky. Treinado pela família e sem obter sucesso em suas lutas, Micky terá que escolher entre seus familiares e a vontade de ser um verdadeiro campeão. “O Vencedor” é inspirado em uma emocionante história real onde a maior luta de nossas vidas é a conquista dos nossos próprios sonhos.”
Como é que esse cara me faz pra ficar bombado e ficar maguicela em tão pouco tempo? Christian Bale arrazou e mereceu muito o prêmio de melhor ator coadjuvante. História que pega, eu comprei a diéia, e me lembrou Rocky, talvez por ser apenas luta, mas também por não tratar apenas do boxe em si, mas ter todo um problema por trás da história. As tomadas das lutas parecia realmente que você estava na transmissão de uma, e isso também eu adorei. Gostei!
Bravura IndômitaRating: 



“Quando o pai da jovem de quatorze anos Mattie Ross (Steinfeld) é baleado a sangue frio pelo covarde Tom Chaney (Brolin), ela segue determinada a trazê-lo á justiça. Com a ajuda do bêbado delegado Rooster Cogburn (Bridges), ela parte – apesar das objeções dele – para caçar Chaney. O sangue derramado de seu pai faz com que ela tenha que perseguir o criminoso em território indígena e encontrá-lo antes que um patrulheiro texano, chamado LeBoeuf (Damon), capture-o e o leve de volta ao Texas pelo assassinato de outro homem.”
O que foi Hailee Steinfeld contracenando com Jeff Bridges? Essa menina tem pulso! Adorei a história, adorei as cenas de tiroteio, um western bem legal, que faz rir, mas ao mesmo tempo te leva ao drama do personagem de Bridges. Diferente dos outros filmes, traz uma pitadinha de humor (o que foi o cara com pele de urso?) e eu adorei!
Posters e sinopses do Cinema com Rapadura
COMPRE!
DVD Bravura Indômita
Eu e o Oscar 2011
Mar 2nd
Eu sou a maior fanática por prêmios da sétima arte. Assisti ao Globo de Ouro e estava morrendo pra assistir o Oscar, ainda mais com a Natalie Portman concorrendo como melhor atriz e a Anne Hathaway apresentando o prêmio, como adoro essas duas!
Comecei a assistir às 21h o streaming ao vivo do Rapaduracast, com Afonso Solano, Maurício Saldanha, Thiago Siqueira e Jurandir Filho, e ao mesmo tempo seguindo o red carpet.

As lindas: Natalie Portman, Cate Blanchett, Scarletr Johansson, Sandra Bulock e Melissa Leo
Depois disso, eu, pessoinha que mora em república e não tem TV a cabo, tive que achar um link na internet pra assistir o Oscar, já que a Globo resolveu passar depois do Big Brother. Felizmente uma pessoa linda e maravilhosa estava transmitindo da TNT e SEM a terrível dublagem, pra mim que entende quase que totalmente o inglês, foi um prato cheio, devo ter perdido só uns 3% de tudo que falaram. Além disso estava rodando limpinho, sem travar, sem piscar, sem lag, perfeito.
O que foi aquele palco? LINDÍSSSIMO! Eu pirei nas projeções, estavam lindas! Principalmente na hora das canções que concorreram a melhor canção original.

Anne Hathaway estava linda, mas achei forçada em algumas horas. Já o filho do Duende Verde estava mais travado que uma estátua de cera, não gostei dele não.
O que mais gostei foi a abertura, quando Hathaway e James Franco passeiam pelos filmes que concorrem a melhor filme, ótima edição e montagem. Quem não viu, ai vai o vídeo.
Claro que também teve homens LINDOS, que só não sabem da minha existência porque eu sou monogâmica e já estou ocupada.

Paul Rudd, Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal
E teve apresentação das crianças do PS22 que já foi post aqui no Chocottone.

Sobre os prêmios: Natalie mereceu melhor atriz, porque arrasou em “Cisne Negro”. Eu tinha certeza que o Christian Bale ia levar pelo papel em “O Vencedor”. Queria que “Toy Story 3″ tivesse ganho como melhor filme, mas fiquei feliz pelo prêmio de canção original e animação. Alice no País das Maravilhas mereceu os prêmios que levou, assim como “A Origem”. Mas… “Discurso do Rei”? O filme que dormi com 30 minutos? Ok. Fui forçada a tenta rassisti-lo de novo.































































