Posts tagged Cinema
Cartas para Julieta + Gigantes de Aço
May 22nd
Cartas para Julieta Rating: 



“O filme conta parte da vida de Sophie (Amanda Seyfried), uma nova-iorquina responsável por checar informações para um jornal, mas que sonha em escrever suas próprias histórias para o periódico. Ao lado do noivo latino Victor (Gael Garcia Bernal), ela parte em uma viagem de férias para Verona, Itália, em busca de uma romântica pré-lua-de-mel e de fornecedores para o restaurante que ele abrirá nos próximos dias. É exatamente nesta cidade que a protagonista do livro mais romântico de Shakespeare foi criada e é nela também que Sophie encontra as secretárias de Julieta, um grupo de mulheres contratadas pela Prefeitura, responsáveis por manterem o mito vivo, respondendo às inúmeras cartas amorosas deixadas por moças de todos os lugares do mundo.”
Já vi filmes mais românticos, mais melosos, mais profundos e mais cativantes, porém “Cartas para Julieta” trás de um jeito mais singelo e meigo alguns minutos de diversão pra quem o assiste. O roteiro é interessante e foge um pouco do que estamos acostumados, focando em um amor antigo e em um que pode surgir a qualquer instante. Sem grandes conflitos e grandes cenas emocionantes este é um filme para um dia de TPM ou tarde com amigas.
Gigantes de Aço Rating: 



“Dirigido por Shawn Levy, o longa nos apresenta a Charlie (Hugh Jackman), um ex-boxeador em um mundo onde ninguém mais liga para lutas entre humanos. Após a morte de sua ex-namorada, ele se vê obrigado a passar alguns meses com seu filho, Max (Dakota Goyo). Acidentalmente, os dois descobrem em uma sucata um robô velho, Atom. O desacreditado maquinário pode ser a chave de Charlie para o topo e, de quebra, ajudá-lo a se conectar com o garoto.”
Um filme muito divertido pra assistir com um baldinho de pipoca e guaraná em um dia que não se tem nada pra fazer, porém “Gigantes” é um filme previsível em todos os momentos. Desde o começo do desenrolar da trama já sabemos o que será o final. Porém tenho que dizer que adorei o futuro criado por eles, um no qual nem tanta coisa mudou, aliás, continuam bem iguais diga-se de passagem. Mas o filme é cheio de momentos divertidos e ainda tem Jackman pra alegrar minhas tardes. Destaque para a trilha sonora que eu achei bem legal.
Resenhas do Cinema com Rapadura.
Os Vingadores + Menino do Pijama Listrado
May 8th
Os Vingadores -Rating: 



“Loki (Tom Hiddleston) retorna à Terra enviado pelos chitauri, uma raça alienígena que pretende dominar os humanos. Com a promessa de que será o soberano do planeta, ele rouba o cubo mágico dentro de instalações da S.H.I.E.L.D. e, com isso, adquire grandes poderes. Loki os usa para controlar o dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard) e Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), que passam a trabalhar para ele. No intuito de contê-los, Nick Fury (Samuel L. Jackson) convoca um grupo de pessoas com grandes habilidades, mas que jamais haviam trabalhado juntas: Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson). Só que, apesar do grande perigo que a Terra corre, não é tão simples assim conter o ego e os interesses de cada um deles para que possam agir em grupo.”
Divertido, engraçado e empolgante. Que delícia é poder ir ao cinema e poder se divertir. Comprei total a história do filme e fiquei impressionada em como conseguiram transformar tantas estrelinhas em um grupo bem interessante, até a Viúva Negra que achei que ficaria de escanteio teve seus momentos de glória. Teve piadas galhofa? Teve, mas acreditei que por ser um filme pipocão ele teria uma “licença poética” pra fazer este tipo de coisa. O 3D foi muito bom, mas acho que em uma sala IMax 3D a coisa fica mais animada.
O Menino do Pijama Listrado – Rating: 



Alemanha, Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista (David Tewlis) que assume um cargo importante em um campo de concentração. Sem saber realmente o que seu pai faz, ele deixa Berlim e se muda com ele e a mãe (Vera Farmiga) para uma área isolada, onde não há muito o que fazer para uma criança com a idade dele. Os problemas começam quando ele decide explorar o local e acaba conhecendo Shmuel (Jack Scanlon), um garoto de idade parecida, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado de uma cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez mais, a visitá-lo, tornando essa relação mais perigosa do que eles imaginam.
Já fui assistir sabendo o que me aguardava. Lágrimas! MUITAS LÁGRIMAS!
Que lindo poder ver a inocência daquele menino, que por ser filho de pai nazista, usava cabelo igual ao de Hitler e nem sabia o porque. O filme mostrou, pelo menos pra mim, como crescemos e nos tornamos maus e preconceituosos. Sinto que se fosse gravar um vídeo sobre este filme eu faria exatamente como Maurício Saldanha e deixaria as emoções tomarem conta de mim e começaria a filosofar em tudo que acontece no filme. Então se você nunca viu e quer ver, se prepare pra olhos inchados e rosto molhado.
Sinopses do Adoro Cinema
Drive + Sete Dias com Marilyn
Apr 23rd
Drive - Rating: 



“Um dublê de Hollywood (Ryan Gosling), que à noite trabalha como motorista de fugas para criminosos, descobre que há um preço pela sua cabeça depois que ajudou o namorado ex-presidiário de sua vizinha (Carey Mulligan) em um golpe que acabara mal.”
Depois de muito ouvir sobre esse filme em podcasts e sites eu tinha que assistir, e foi o que eu e o namorado fizemos. Não quis ler muito sobre o filme antes de assistir, pra ele me pegar de surpresa e foi EXATAMENTE o que aconteceu. Achei algo meio “Clube da Luta”, não sei explicar, mas o filme foi bom. Não achei que se tornaria tão sangrento e violento, mas Ryan Gosling me fez ficar com nervoso de suas atitudes, ou melhor falta dela no começo do filme, mas depois ele resolve partir pra ação e ele explode seus miolos. Ótima atuação dele, ótima trilha sonora, que me lembrou filmes dos anos 80 e ótimas cenas. Agora posso ouvir mais podcasts sobre o filme.
Sete Dias com Marilyn - Rating: 



“Na trama acompanha o período em 1956 que Monroe passou na Inglaterra filmando The Prince and the Showgirl ao lado de Laurence Olivier. A história adapta o livro homônimo de Colin Clark, que na época trabalhava como assistente nas filmagens. Durante uma semana, ele teve a oportunidade de ciceronear a diva – desesperada para escapar das pressões da rotina hollywoodiana – e mostrar-lhe o melhor da vida britânica.”
Eu ando assistindo Smash, uma série da Universal que mostra a criação de um musical inspirado na vida de Marilyn e por conta disso fiquei com mais vontade de conhecer a diva, então fui correndo atrás deste filme, que mostra como ela era doce, adorada por todos e desejada por muitos. Era uma mulher carente, insegura e que adorava ser o centro das atenções. Neste filme acompanhamos um momento delicado, onde já vemos uma Marilyn usando de remédios , álcool e chegando sempre atrasadas nas gravações. Michelle Williams ficou assustadoramente igual à Marilyn. O filme é doce, gentil, leve e rápido, assim como a carreira de Marilyn.
Sinopses de Omelete
Titanic 3D e minha história com o cinema
Apr 17th
Titanic 3D – Rating: 



“Jovem aventureiro (Leonardo DiCaprio) ganha passagem, em mesa de jogo, para a primeira viagem do transatlântico Titanic. No navio, apaixona-se por Rose Bukater (Kate Winslet), noiva de um homem rico e arrogante (Caledon Hockley), com quem vive um amor proibido. Mas a viagem ganha contornos trágicos quando o navio se choca com um iceberg.”
Quando eu tinha 8 anos eu fui ao cinema com meu pai, minha mãe e meu irmão. Meu primeiro filme naquela tela grande. E o que minha mãe escolheu ver? Titanic, um filme que estava causando alvoroço por toda parte, que as colegas do colégio diziam ter assistido por 10 vezes, que causava filas enormes do lado de fora de um extinto cinema que nem existe mais hoje. Naquele dia eu descobri o que era uma sala cheia de cadeiras, com uma tela enorme e com uma magia que eu nunca mais iria abandonar. Lembro até hoje meus pais saindo do cinema e eu não assistindo o reencontro final de Rose e Jack, que eu viria assistir apenas depois com o VHS duplo que minha mãe comprou.

Três horas de um filme emocionante e romântico que eu nunca esqueci. Depois disso veio o CD da trilha e eu acho que “My Heart Will Go On” foi uma das primeiras músicas em inglês que aprendi a cantar inteira, deve ser daí que veio minha paixão por trilhas sonoras.
Depois de 15 anos resolvem relançar o filme em 3D, e eu no auge de meus vinte e poucos anos não poderia perder essa oportunidade de relembrar toda a emoção de ver esse filme que foi um marco pra mim, em um cinema mais moderno, melhor, maior e com um som espetacular, coisa que não tínhamos na minha cidade há 15 anos atrás.
Foi maravilhoso sentir o frio na barriga, deixar os olhos enxerem de lágrimas, vibrar com a trilha sonora e ficar até o fim dos créditos fazendo dueto com Celine Dion. Mas o 3D…

Comecei a ouvir gente contando desse 3D faz tempo, dizendo que seria uma das melhores conversões já feitas, mas sabe de uma coisa? Bela e a Fera foi melhor. Queria ver a imponência do navio e só o que senti foi um friozinho na barriga na hora do quase suicídio de Rose. Esperei muito mais desse 3D, e só por isso dou nota 3. Namorado ainda falou que a legenda estava magnífica em 3D. Mas não importa, o que importa mesmo é que eu pude sentir de novo o que senti há 15 anos atrás e me fazer ver como amo essas salas enormes e escuras chamadas cinema.
Um Gato em Paris (2010)
Apr 7th
Aproveitando o feriado, um filme mais leve, e também que concorreu ao Oscar de longa-metragem animado desse ano. Vamos falar um pouco dessa produção francesa dirigida por Jean-Loup Felicioli e Alain Gagnol e que dentre as empresas envolvidas, contou com a presença France 3 Cinéma (mesma de Persépolis), essa aventura desprentensiosa: “Um Gato em Paris” (“Une Vie de Chat”).

Começamos o filme, presenciando um assalto num museu, onde o meliante tem como parceiro um gato. Nesse primeiro momento, não sei porque o ladrão me lembrou muito o “vilão” de “12 Homens e Outro Segredo”. Mas enfim…


Amanhece na cidade e percebemos que o mesmo gato mora com a pequena Zoé, mas até então não é explicado a conexão entre os personagens. O que ficamos sabendo que a criança tem problemas de relacionamento com sua mãe, e devido a um incidente, mantem-se calada o que dificulta ainda mais a situação familiar, e apenas o gato Dino parece entender a menina.

Jeanne, a mãe, é delegada de polícia e está tentando prender o assassino de seu marido, tentando capturar o criminoso Victor Costa, o qual pretende realizar uma nova tentativa de roubo do Colosso de Nairóbi. Devido a isso, a menina passa mais tempo com Claudine – a empregada – e ela não consegue dar atenção a sua filha, enquanto não se livrar dessa assombração que lhe persegue.


A narrativa se desenvolve focando, na verdade, a aventuras do Dino, já que de dia ele fica em companhia da pequena Zoé, e a noite ao lado de Nico, autor de diversos roubos que a polícia esta investigando, percebemos as diversas aventuras que podem acontecer na vida desse felino ao longo de um mesmo dia.

Quando haviam anuciando os indicados ao Oscar, lembro que não conhecia esse longa metragem, e inclusive não tinha me chamado a atenção, tanto que nem sei o que me fez assiti-lo essa semana. Mas foi uma produção que não me arrependi… Primeiramente, o que chamou a atenção foi justamente esse traço particular da animação. Já nos primeiros minutos, me senti como se estivesse lendo os livros infantis que lia na escolhinha, que ao mesmo tempo trouxe um visual tão nostálgico, como uma sensação aconchegante de assistir ao filme.



Outra questão técnica a ser comentada, é o detalhe dos contornos coloridos e não pretos como comumente são. Isso já torna mais leve o visual e confortavel aos olhos, além de mais amigável para o público infantil. Assim como a própria trilha sonora, que remete a desenhos animados antigos, algo que lembre muito um jazz.


A sequência em que Nico corta o cabo de luz da casa em que estão os bandidos, é espetacular, o modo como traduzir em traços tal situação. Sinceramente uma das boas sacadas que fazem valer, ainda mais, assistir ao filme. O que me surpreendeu no final, literalmente, foram os créditos com uma liguagem que me lembrou os créditos de “Prenda-me se for Capaz”, e uma música como a dos filmes da Marvel.

Ao começar o filme, fiquei tentando entander se o título se referia ao bichano, ou ao larapio. Mas na verdade, acho que pode se referir tanto a um, como ao outro, ou – ainda – a ambos, hehe. “Um Gato em Paris” com certeza é uma boa pedida para esse feriado, ainda mais que o filme é de apenas 1 hora, então você não tem desculpa para não vê-lo.

Bom feriado para todos.
Ateh o/



























































