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Cassiopéia (1996)
May 4th
Para essa semana, um filme com um ar bem de Sessão da Tarde. Hoje é dia de falar do 1º longa metragem inteiramente digital brasileiro: “Cassiopéia”.

Começamos em Atenéia, um planeta da constelação de Cassiopéia, onde seus habitantes vivem pacificamente e em harmonia, tudo regido pelo Conselho Galático Central. Contudo, durante uma pesquisa acabam percebendo uma perturbação no espaço que vem drenando energia, logo a doutora Lisa e sua equipe resolvem investigar. Ao lançarem sensores, descobrem que é uma nave estranha que é responsavél pela situação atípica.


Porém, acabamos descobrindo que tudo não passa do plano dos alienígenas – que aparecem vermes – liderados por Shadowseat, que estão drenando toda a energia por onde viagem. Devido a essa queda rápida de força no planeta, Lisa e o Conselho, resolvem liberar no espaço capsulas de resgaste.

Enquanto isso, em outro lugar do espaço, os vigilantes Chip e Chop estão investigando a presença de um alienígena invasor em outro planeta. Com o trabalho em equipe dos dois patrulheiros, conseguem expulsar o inimigo, é interessante observar que não usam armas destrutivas, apenas de deslocamento.

Na viagem de retorno, acabam encontrando uma das capsulas mas precisam de outra para conseguirem decodificar o código. Chegam em outro planeta, e encontram Leonardo, que consegue ajuda-los, pois ele havia recuperado, também, uma das capsulas perdidas, e conseguem encontrar o caminho para Atenéia e ir ajudar Lisa e seus amigos. No entanto, Shadowseat acaba decidindo atacar o planeta, para que possa continuar a coleta de energia sem mais interferências. Chip e Chop, chegam a tempo, mas acabam sendo minoria contra o exército do vilão.

Dentre alguns pontos, uma coisa que me chamou a atenção, foi o fato dos alienígenas lembrarem insetos / vermes, como sempre são representados em diversos filmes de ficção científica. Não sei se pelo fato de serem mais “aterrorizantes” ou por devastarem tudo no caminho antes de mudarem de lugar aos bandos, mas enfim…

Como sendo a primeira animação, inteiramente digital, não era de se esperar que modelassem um Godzilla contra um exército de orcs, mas no início achei bastante limitado por serem em sua maioria apenas formas geométricas volumetrica que faziam a composição visual. Mas há de convir, que em relação ao concorrente “Toy Story”, que acabou sendo o 1º filme digital na cronologia da história da animação, os orçamentos eram bem distintos, mas nem por isso, a produção nacional ficou devendo. O visual é bem bonitinho e amigavel, me lembrou muito a série de animação “Mechanimals”, tanto pela estética quanto pelo tipo de narrativa.

“Cassiopéia” fez parte dos assuntos discutidos durante a minha palestra de animação brasileira que aconteceu no N Design de 2010, sendo uma das bases da linha de tempo do quem sendo produzido no país nesses anos desde então. O filme é mais divertido do que esperava, tem um ritmo bacana de aventura, mesmo sendo bem infantil, e a dublagem totalmente nostalgica com diversas vozes da época dos “Cavaleiros do Zodíaco” – visto que foi dirigida por Gilberto Baroli (o Saga de Gêmeos), além da participação do grande ator Osmar Prado, por essa não esperavam, né? Haha.

Enfim, “Cassiopéia” pode ser um filme que não chame muita a atenção a primeira vista, mas vale a pena ser assistido. A produção, escrita e dirigida, por Clóvis Vieira nos mostrou o que um conjunto de profissionais ousou fazer, e o resultado que obtiveram, mostrando que não somos apenas a terra do país da Copa, e também somos capazes quando queremos.

Bom final de semana a todos.
Ateh. o/
Pinóquio (1940)
Apr 29th
Vamos à recomendação da animação semanal nesse feriado, e o escolhido dessa vez, aqui no Chocottone foi o 2º Clássico Disney: “Pinóquio” (Pinocchio).

Adaptado de um períodico de autoria do italiano Carlo Collodi, Pinóquio foi transformado numa das animações mais citadas de exemplo para as crianças se comportarem e não contarem metiras, ou aprontarem travessuras. Começamos nossa história, com o pequeno Grilo Falante contando de como conheceu o jovenzinho, numa noite fria, num pequeno vilarejo.

Lá, ele observa o velhoe bondoso Gepeto, acompanhado do gato Fígaro e a sua peixe Cléo, terminando de construir a marionete. Que após detalhes de pintura, começa a dançar com o bonequinho antes de ir dormir. No entanto, ele acaba ficando tão fascinado com sua criação que antes de cair no sono, ao ver a Estrela dos Desejos, faz o pedido para que ele se transformasse em um garoto de verdade.



Eis que surge a Fada Azul, que com seu toque de magia, torna isso possível em partes. Pinóquio, ao acordar, fica ciente de que para se tornar um garoto de verdade por inteiro, deveria ser valente, generoso e verdadeiro. Para isso, o Grilo Falante teria o papel de ser sua consciência e lhe mostrar o que é certo e errado. Algo bem interessante, que vai além daquelas simbologias usadas mais tarde do anjinho e do diabinho nos ombros do personagem, mas no final dando o livre arbítrio ao personagem.


Na manhã seguinte, Pinóquio vai a aula, mas no caminho conhece João Honesto e Gideão, o qual quer vender o menino de madeira para o circence Stromboli. Contudo, ele é enganado, achando que seria um ator feliz e de sucesso, e acaba sendo preso e sequestrado. O Grilo tenta ajuda-lo, mas infelizmente não consegue. A Fada Azul aparece novamente, mas o nariz de Pinóquio começa a crescer cada vez que ele conta uma mentira para ela. Ele promente apenas falar a verdade, e ela da uma nova chance e liberta os dois.



Porém, ele acaba caído de volta nas armadilhas de João Honesto, o qual agora esta incumbido de levar o garoto para o Cocheiro, o qual levaria as crianças desobedientes para a Iha dos Prazeres, onde eles viram burros. Tento uma das cenas mais aterrorizantes da narrativa entre o garoto e seu amigo Espoleta. Realmente, mesmo a essa altura da vida, foi algo que fiquei pensando como as crianças reagiriam ao assisti-la.

Felizmente, mais uma vez eles conseguem escapar, e tentam voltar para casa… Porém, Gepeto, com o passar dos dias, estava numa busca pelo garoto, acabara sendo engolido, em alto mar, pela baleia Monstra. Pinóquio, sem pensar duas vezes resolve ir atrás de seu “pai” e resgata-lo já que parte da confusão era culpa sua. A sequência que se segue no mar, e depois com a baleia, é muito boa, considerando os desenhos, os efeitos sonoros, a dramaticidade apresentada, que com certeza nos fazem sentir aquele desespero e torcer pelos personagens.



“Pinóquio” apresenta muito mais do que a própria história da marionete que queria ser um menino de verdade, mas sua arte foi algo que a equipe de produção de Walt Disney quis superar em relação ao seu projeto anterior “A Branca de Neve e os 7 Anões”. Atualmente, trabalhando com ilustrações de cenários, animação, não tem como não ficar impressionado com os resultados obtidos, naquela época um tanto quanto rudimentares – lógico que comparando a hoje. A colorização das cenas, como foram registrados o movimento de células para a sensação de profundidade, para que no final, transmitissem visualmente todo o propósito da narrativa.

Ao assistir o disco 2 dos extras, é consideravelmente uma linda aula de animação em todos seus âmbitos, desde como chegaram as idéias dos personagens, as suas personificações ilustradas, as escolhas dos dubladores – e algo que favoreceu muito na definição e adequação da personalidade de cada personagem que seria visto em cena.



O filme também recebeu 2 prêmios da acadêmia nas categorias de “Melhor Trilha Original” e “Melhor Canção” com “When You Wish Upon A Star” (que mais tarde passou a ser o tema oficial dos estúdios Disney). E teve uma versão de jogo de plataforma para Super Nintendo, Mega Drive e GameBoy, em 1996, e mais tarde o personagem apareceu em Kingdom Hearts, também (além de tantos outros personagens nesse crossover da Disney e Square).

“Pinóquio”, é um bonito filme que mesmo assistindo a diversos longas animados japoneses, ou filmes cheios de efeitos especiais, ainda deslumbra os olhos pela sua riqueza particular de um trabalho manual que hoje, infelizmente, é se visto muito pouco, ou não dado seu devido valor. Fico feliz por ter assistido e ainda hoje me divertir, sentir medo e sonhar com essa magia única do mundo Disney.

Ateh e bom feriado a todos, por aqui sera prolongado, pelo menos.
As Bicicletas de Belleville (2003)
Apr 20th
Hoje falaremos de um filme que foi patrocinado pela Monark, mas esse detalhe faz sentido ao sabermos da produção, do mesmo estúdio que fez “O Mágico”, vamos falar um pouco dessa linda produção: “As Bicicletas de Belleville” (Les Triplettes de Belleville).

Bom, a abertura do filme já é um capítulo a parte. Lembrando muito as próprias animações dos anos 30, com um toque de Melody Merries, onde os desenhos animados tinham uma maleabilidade maior, por assim dizer. Conhecemos as Trigêmeas de Belleville, cantoras de cabaret, que compartilha a apresentação com outros artistas um tanto quanto exóticos e de certo modo até surreais, que podemos considerar com uma certa crítica para alguns assuntos expressos na animação.

Partimos para a época atual, onde estão o pequeno Champion e sua avó madame Souza, vivendo numa casa humilde com uma vida simples, apenas os dois, e ela tenta ter um contato maior com o jovem, o que acaba denotando um clima quase que desolador, que em associação com a paleta de cores usada, que parece sempre ser outono, criam uma ambientação toda única. Algo que se completa a todo momento com os cenários que são de encherem os olhos, não foi poupado trabalho para desenvolve-los.


Enfim, madame Souza tenta se aproximar de Champion, primeiramente tentando tocar piano, depois quando ele ganha o pequeno cãozinho Bruno, uma cena muito bonitinha, diga-se de passagem. Até que ela descobre que o garoto é fã de bicicletas, colecionando diversos recortes. Eis a chance que ela consegue, presenteando a criança com um triciclo de pedais.



A narrativa usada é muito legal para mostrar a passagem de tempo, e os resultados após os anos posteriores, em que ela esteve treinando rigorasamente Champion. É legal a rotina que o cãozinho leva enquanto os dois estão fora, e como ele late para os trens, por causa de um trauma – por assim dizer – de quando ainda era um filhote. As passagens de flashback com uma suave música de fundo completam a história mostrando o que aconteceu até o dado momento, da mesma maneira que a cidade cresceu ao redor da casa que antes era isolada. Também vemos o garoto gordinho agora musculoso, que recebe um tratamente de relaxamento muscular um tanto quanto duvidoso, na minha opinião, e comendo uma gororoba que aparenta não ter gosto nenhum. Acho que o momento da janta é um tanto quanto poético a ser contemplado, por não ter música de fundo, ser um silêncio um tanto quanto inespressivo (hã?). É, a frase ficou legal então reflitam.



Enfim, todo esse treinamento foi realizado para que Champion pudesse se tornar um ótimo ciclista e pudesse participar da corrida Tour de France. Contudo, durante uma trapaça, madame Souza e Bruno acabam perdendo Champion de vista, e este com mais 2 atletas são capturados por dois sujeitos de preto, deveras suspeitos. Convém comentar a esteriotização dos personagens como esses que literalmente transfiguram o termo seguranças porta-de-armários. Do mesmo modo que os personagens possuem proporções e extremidades exageradas, denontando uma aparência caricata.




Bom, com esse ato hediondo realizado, madame Souza e Bruno partem para o resgate de Champion, viajando muito e se perdendo em Belleville. Quase sem esperanças, ela começa a improvisar uma música entre os aros tortos de uma roda de bicicleta, como se fosse um xilofone, e nesse momento, surgindo, quase que arrastando os pés, 3 senhoras altas, que entram no ritmo da musicalidade e então retornam a cena as Trigêmeas.
As sequências em que começam a se conhecer são muito divertidas, assim como a maneira inusitada de pescarem o jantar.




Graças a astúcia da madame Souza, conseguem descobrir o paradeiro de Champion, e todas unidas, mais o cachorro Bruno, partem ao resgate do garoto que estava envolvido num tipo de armação maior. Com direito a cena de perseguição no final do filme, um tanto quanto interessante e diferente de animações normais, hehe.


“As Bicicletas de Belleville” foi uma indicação do meu antigo chefe, de quando comecei a trabalhar em agência em 2008, e creio que para os fãs de animação em geral, é uma obra muito bonita para ser assistida. Apesar de um clima um pouco, menos alegre – não sei se chega a ser triste ou depressivo – tem seus momentos de risadas, de uma maneira sútil que não é exagerada, tão pouco forçada, o que acaba agradando a todos.




O DVD filme esteve um bom tempo fora de catálogo, hoje está um pouco mais fácil de encontra-lo, e vale a pena – pelo principal ponto que sempre menciono – que são os Extras, onde temos um dos melhores making of – na minha opinião – onde o diretor explica quando trabalharam com 2D (o qual foi prioritario, apresentando um lindo traço) , quando usaram 3D para não deixarem os desenhistas loucos, já que desenhar aros de uma bicicleta já é algo trabalhoso, faze-los girando não é vida.

Não apenas isso, mas também, a maneira como acontecem as tomadas de câmera, o uso do software de animação 2D, Toon Boom – que é uma delícia de se trabalhar, pelo menos achei isso nas poucas oportunidades que o usei – assim como um breve momento de colorização via Photoshop, que é mostrado, além do 3D Studio Max.
Hugues Martel – Animador

Sylvain Chomet – Diretor
“As Bicicletas de Belleville” é um longa metragem qie teve duas indicações para o Oscar de 2004 (nas categoraias Melhor Animação e Melhor Música) e fez parte da seleção oficial do Festival de Cannes, traz uma animação extraordinária com um belo ar de nostalgia, além de uma trilha sonora ímpar. Se tiverem a oportunidade, aproveitem.

Bom final de semana para todos.
Ateh.
Em Busca do Vale Encantado (1988)
Apr 13th
Para esse final de semana, um dos meus filmes favoritos da infância, nada melhor que juntar dinossauros e desenhos animados. Vamos relembrar um pouco do “Em Busca do Vale Encantado” (The Land Before Time).

A produção de Don Bluth (desenhista e animador que já mencionamos, aqui no Chocottone, noutra ocasião), são marcantes justamente por toda essa maneira única de ilustrar. “Em Busca do Vale Encantado”, pelo que me recordo, foi um dos primeiros VHS que assisti… Quase não voltou para a locadora.

Primeiramente, os créditos iniciais, dentro da água, com a música criando o clima, e depois entrando o vozeirão do Marcio Seixas (dublador do “Batman”, na Liga da Justiça), como narrador do filme. Em diversos momentos ele faz algum comentário a respeito do desenvolvimento da aventura, sempre com uma voz ponderada e serena, que até começa com o tradicionalismo “Era uma vez…”

Nos primeiros minutos, ainda hoje, fico impressionado com as cores das cenas, a animação fluída, desenhar as diversas manadas em movimentos. Simplesmente único! Enfim… Os diversos dinossauros comedores de planta (sim, eu sei que o termo técnico é herbívoros) estavam migrando para o oeste para encontrarem o Vale Encantado, uma vez que as folhas verdes haviam acabado.


Alguns pequenos filhotes, quando as manadas paravam, começaram a nascer, e dentre eles o jovem pescoçudo Littlefoot. Traçando um paralelo, essa sequência me lembrou – e muito o início de “Bambi”, pois os diversos animais também aparecem ao redor do filhote para admira-lo. No entanto, devido a diferenças entre as espécies, o pequenino acaba desobedecendo a mãe, e vai brincar com Saura, uma tricorne, e acabam sendo perseguidos pelo Tiranossauro Rex. A mãe de Littefoot luta contra ele, mas acontece o grande terremoto que dividiu os continentes, e ela acaba finando no final desse evento.



Sozinho e perdido de seus avós, o pescoçudo vaga sem rumo por um tempo… No entanto, acaba encontrando a bico-chato Patassaura, e a convida para seguir na caminhada rumo ao Vale, passando pela pedra que parece um pescoçudo, e pelas montanhas de fogo. Nessa jornada, encontram o voador Petrucio – que estava mais pra caidor – e o rabo de espora, Espora (!?), e mais tarde, Saura acaba se juntando ao grupo, mesmo contra gosto.

Nunca haviam visto uma manada como essa, e que agora estavam juntos. O filme segue com cenas lindas de chuva, algo muito complicado de se animar, e altos e baixos nas emoções. Enquanto num momento, vemos os 4 se acomodando juntos para dormirem e Saura, para não sentir frio, acaba indo para perto deles, no momento seguinte vemos ela brigando com o pescoçudo e dividindo o grupo. E essa decisão quase custou a vida de todos, mas Littlefoot retorna para ajuda-los e salvando os amigos.



O filme é repleto de pequenas lições, justamente pelas características dos personagens que favorecem a condução da narrativa. Enquanto Littlefoot é um pouco ingênuo, é um pescoçudo de bom coração querendo o bem de seus amigos; Saura, a tricorne, é deveras orgulhosa, e isso mostra-se um grande problema, não só para ela, mas para o grupo também; a bico-chato Patassaura, é a faladeira do grupo, e divertida; Petrúcio, o voador, é o personagem medroso que não sabe voar e gosta de pegar carona nos companheiros maiores; e Espora, que é o mais devagar, preguiçoso, sonolento, e é mais na dele.

A dublagem é aquele capítulo a parte, que vale do início ao fim. O apatassouro, Littefoot e a saurolofo Patatassaura foram dublados pela Marisa Leal (“Baby” da Família Dinossauro; “Pequena Sereia”; e “Kitty” em X-Men Evolution), Saura pela Adriana Torres (“Heather” em Ilha dos Desafios; “Estrela Negra” em Os Jovens Titãs; e “Flora” em Clube das Winx), e o pterodáctilo Petrúcio pelo grande Mário Monjardim (“Pernalonga” em Looney Tunes e Tiny Toon; “Salsicha” em Scooby Doo; “Animal” em Muppet Babies). E ouvir com a primeira dublagem, é emoção na certa.

Atualmente, o filme é bem díficil de se encontrar nas lojas, quando vendido, vem num box com algumas das continuações. Minha surpresa, foi pela produção executiva ter sido a encargo de Steven Spielberg e George Lucas, algo que não recordava mesmo. E não é a toa que o resultado ficou tão espetacular.




“Em Busca do Vale Encantado” nos mostra um conjunto de lições envolvendo amizade, e busca pelos sonhos, mostrando que “certas coisas vemos com os olhos, e outras com o coração”. Acredito que para todos que assistiram na infância, se lembraram dessa turminha, e mesmo depois de grande continuaram se emocionando com essa história que se prolongou por mais 13 filmes, os quais não assisti, ainda, além da série de animação de 26 episódios.
É, creio que demandara um bocado de tempo para colocar em dia. Enfim, prefiro ficar com o original que foi o que me marcou.

Bom final de semana para todos.
Ateh o/























































































