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Um Dia + Missão Impossível 4
Jan 10th
Um Dia - Rating: 



“Depois de um dia juntos em 15 de Julho de 1988 durante a formatura da Faculdade Emma Morley (Anne Hathaway – indicada ao Oscar) e Dexter Mayhew (Jim Sturgess de Across the Universe) inciam uma amizade que durará por toda a vida. Ela é uma menina da classe média com principios e ambições que sonha mudar o mundo. Ele é um rico e encantador que sonha em fazer do mundo o seu playground.Durante as duas décadas que seguem diversos momentos importantes na vida de ambos sempre os remetem a mesma data. Juntos ou separados vemos Emma e Dexter em meio a sua amizade e lutas esperança e oportunidades perdidas risos e lágrimas. Em algum lugar ao longo de sua jornada estas duas pessoas percebem que o que eles estão procurando e esperando esteve com eles o tempo todo. Com o verdadeiro significado do que é voltar um dia em 1988 é revelado a eles a natureza do amor e a própria vida.”
Que delícia de filme, que fotografia, que cores, que deleite ver esses anos passando. Anne Hathaway está linda e eu pirei nos cortes do cabelo dela. Achei a trilha também muito gostosa de se ouvir, mas é uma pena que algumas coisas aconteçam no filme que eu não gostei. Não posso dizer, tem spoiler, mas foi um filme muito bom de se ver.
Missão Impossível 4 – Protocolo Fantasma – Rating: 



“A trama mostrará o agente secreto Ethan Hunt (Tom Cruise) e seu time da força-tarefa Missão Impossível no papel de foragidos da justiça. Após serem acusados de um atentado a bomba na Rússia, Hunt e seu novo time precisam limpar o nome de sua agência quando o Presidente decreta o início do Protocolo Fantasma. Contando apenas com sua experiência e a ajuda do misterioso Brandt (Jeremy Renner), Hunt deve trabalhar fora do radar do Governo, que os acusa de serem terroristas tentando iniciar uma Guerra Nucler.”
Dia de suar frio no cinema quase vazio. Por incrível que pareça, em plenas férias o cinema não tinha quase ninguém, e se tratando de Tom Cruise e MI, isso foi um choque. Filme de ação demais, com muita cena de fazer suar e pular da cadeira. Sofri mesmo com a cena do prédio, e o que foi aquela cena na Rússia???? Só vendo pra vocês entenderem o nível de nervoso que eu passei. MUITO BOM MESMO!
Batman – A Máscara do Fantasma (1993)
Nov 25th
Hoje é dia de falar daquele que é o inimigo do crime. Herói de muitos, ou não, mas isso não interessa. Com vocês, aqui no Chocottone, diretamente dos bravos e destemidos: “Batman – A Máscara do Fantasma”.

Tá, primeiramente, não é essa versão dele que aparece na série de animação Bravos e Destemidos que esta em exibição no Cartoon Network, era só para deixar a frase legal. Enfim… Outra, o choque que foi ao lembrar que esse longa metragem é de 93, vamos ao que interessa antes que mais traumas apareçam.

Primeiramente, o que achei bacana já é o início do filme, quando o morcego arrebenta a janela para pegar uns criminosos que iriam fazer lavagem de dinheiro no cassino. Nesse momento, achei isso tão mais provável do que outros (super) heróis que somos fã, que lançam raios dos olhos, super força, etc… Não menosprezando e nem falando que é melhor ou pior, mas apenas achei um pouco mais real. Enfim, lógico que o chefe escapa, mas é perseguido pelo… Hã? Mas não é o Batman que acaba com a fuga dele. o.O

A partir daí começam perseguições, inclusive por parte da polícia, atrás de Batman, pois acham que ele enlouqueceu e está matando os gangsters da cidade. Todos sabemos que os benfeitores não matam seus vilões, apenas prendem. Quando esses morrem é devido a algo como, escorregou da beira de um prédio. Bom…

Nessa produção, acompanhamos os tormentos de Bruce Wayne, se ele tem direito a ter uma vida feliz, com alguém que lhe espere em casa, que nos são apresentados com vários flashbacks, mostrando seu passado e daqueles que o cercam para então montar o quebra-cabeça da trama.

Ao assistir, temos um show de dublagem com Marcio Seixas (Balú – Tale Spin: Esquadrilha Parafuso) interpretando o herói Morcego, Isaac Bardavid (Wolverine de “X-Men”; Esqueleto de “He-Man”) sendo o Comissário Gordon, Antonio Patiño (Tio Patinhas, de “Ducktales”; Senhor Cabeça de Batata de “Toy Story”) como Carl Beamount, e o, já falecido, Darcy Pedrosa (Pai de “A Vaca e o Frango”) interpretando o Coringa (que até hoje, na minha opinião, foi um dos melhores dubladores brasileiros para esse personagem). Além de muitos outros profissionais, fazendo valer a pena assistir com áudio em português. E não apenas isso, as diversas cenas ilustradas são um detalhe a parte muito bonito.

O filme é uma excelente narrativa num ritmo policial, com um clima noir, cenários de arte decô e tendências futuristas de anos atrás. Acho que isso que torna bacana essa série de animação do Batman e seus longas produzidos. Ao mesmo tempo que você tenta definir um período de tempo que acontecem as aventuras, ela é tão atemporal que você não consegue se prender a isso. Enquanto vemos muitas armas tecnológicas, o noticiário na TV é exibido em preto e branco.

Apesar dos filmes da DC Comics deixarem a desejar, “Batman – A Máscara do Fantasma” é mais um bom exemplo de projetos de animação que deram certo e envolvem o expectador, ele sendo fã ou não do personagem.

Para esse final de semana, deixamos essa sugestão.
Logo mais, tem mais.
Ateh. o/
Trainspotting + O Palhaço
Nov 16th
Trainspotting - Rating: 



Em Edimburgo, alguns “amigos” que na verdade são ladrões e viciados, caminham inexoravelmente para o fim desta amizade e, simultaneamente (com exceção de um do bando), marcham para a auto-destruição. Trainspotting é o 2º filme do diretor Danny Boyle. Antes ele apenas havia trabalhado em Cova Rasa, de 1994. Trainspotting é o 2º de 3 filmes que o ator Ewan McGregor fez com o diretor Danny Boyle. Os demais foram Cova Rasa (1994) e Por uma Vida Menos Ordinária (1997). Originalmente, o intérprete de Mark Renton seria Ewen Bremner, que também atua em Trainspotting, interpretando o personagem Daniel Murphy.
Filme de 1996 que mostra a vida de um rapaz viciado em heroína vivido por Ewan McGregor e que eu sempre quis assistir, principalmente por causa da música do filme que eu sempre escutava entre os trailers do STC, o canal que só passava trilhas de filmes na TV a cabo. O filme tem partes bem surreais, mostrando a abstinência do nosso personagem principal, mas pra mim, o plot principal foi em como as amizades foram se esvaindo por conta das drogas. Alí todos eram amigos de interesses, nada de companheirismo, apenas drogas e lucros. Achei interessante, divertido em algumas partes e intrigante.
O Palhaço Rating: 



“Benjamim (Selton Mello) trabalha no Circo Esperança junto com seu pai Valdemar (Paulo José). Juntos, eles formam a dupla de palhaços Pangaré & Puro Sangue e fazem a alegria da plateia. Mas a vida anda sem graça para Benjamin, que passa por uma crise existencial e assim, volta e meia, pensa em abandonar Lola (Giselle Mota), a mulher que cospe fogo, os irmãos Lorotta (Álamo Facó e Hossen Minussi), Dona Zaira (Teuda Bara) e o resto dos amigos da trupe. Seu pai e amigos lamentam o que está acontecendo com o companheiro, mas entendem que ele precisa encontrar seu caminho, a sua identidade. Quando chega a hora da partida, a tristeza visita os amigos da diversão e de concreto mesmo, só a certeza de que o mundo dá voltas, redondo com o picadeiro.”
Depois de muito esperar assisti ao filme, e como ele pode ser tão delicado! É de um humor leve, divertido e que muitas vezes faz pensar. Selton Melo está divino no papel do Benjamim, e a menininha que faz a Guilhermina é uma coizinha fofa que dá vontade de apertar. Delícia de filme, que faz pensar e diverte com sutilezas e devaneios de Benjamim, o palhaço. Porque o gato bebe leite, o rato como queijo e ele, é o palhaço.
Sinopses do Cinema com Rapadura
The King of Fighters: Another Day (2005)
Nov 11th
Final de semana, com feriado prolongado, pelo menos por aqui. Então vamos falar um pouco sobre esse mini-série animada que curti bastante: “The King of Fighters – Another Day”.

Como noutras animações comentadas aqui no Chocottone, essa animação é baseada, também na série de jogos de luta (fighting games) de mesmo nome King of Fighters, ou simplesmente KOF. A franquia iniciou-se em 1994 sendo um grande crossover de personagens de diversos games da SNK, onde ao invés de lutas um contra outro, eram compostos trios que se enfrentavam. O bacana são as particularidades entre alguns personagens, que quando se confrontam, antes das lutas possuem diálogos pessoais com o oponente.
Screenshots dos jogos: KOF’94, KOF’2000 e KOF’XIII
Bom, a história da mini-série animada acontece entre os games KOF: Maximum Impact e KOF: Maximum Impact 2, interligando os jogos, porém, segue uma linha paralela da cronologia original. Enfim, é bem vinda de qualquer forma por ter diversos personagens clássicos dos jogos. Detalhe, que o game é em 3D e a animação em 2D, que ficou muito bom.
Comparação de estilos dos personagens Soiree e Alba

Todos os acontecimentos, divididos nos 4 episódios, são simultâneos, porém, cada capítulo tem a narrativa em algum local da cidade “South-Town”. O primeiro foi lançado em Dezembro de 2005, e os seguintes vieram mensalmente até março de 2006. Logo, temos o episódio1, All Out, onde a cidade aparece em chamas devido a um incêndio clandestino, de cara vemos os protagonistas da linha Maximum Impact – Alba e Soiree – e os personagens tradicionais: Iori Yagami, Mai Shiranui e Athena. No episódios 2, Accede, o foco é no personagem Rock Howard, que vem a ser um filho adotivo de Terry Bogard. Poderia escrever um post apenas sobre essa relação entre o herói de Fatal Fury, e o filho de seu arqui-inimigo, Geese Howard, mas não vem ao caso. Já o episódio 3, In The Dark, tem a presença dos meus trios favoritos, o Ikari Team – Ralf Jones, Clark Steel e Leona – e o time do K – Maxima, Whip e a Kula. Por fim, no episódio 4, com a presença de Kyo Kusanagi e Ash, All Over, como o próprio título sugere, tudo se resolve: as causas do incêndio, o porquê de estarem na cidade, mas não chega a ser um desfecho completo, justamente por ser um prelúdio do próximo jogo.

KOF: AD, tem uma abordagem interessante e ritmo de aventura bem dosado. Aos fãs dos jogos, é muito legal vê-los aplicando os golpes que fazemos nos joysticks (ou mesmo nos manches do arcade, porque joguei muito desses em casas de fliperamas no final dos anos 90). Cada capítulo tem, aproximadamente, 10 minutos, então, ao final de assistir a todos você fica com aquele gostinho de quero mais.

Bom, o tema fica por conta da música “Regret” – Dakota Star, que não deixa devendo nada. E é isso ae, minha gente, bom final de semana para todos.
Logo mais tem mais.
Ateh. o/
O Príncipe do Egito (1998)
Nov 5th
Olá para todos! Finalmente depois de um longo inverno voltaremos a comentar as animações para os finais de semana! Como nossa querida Michelli comentou semana passada, fiz a defesa do meu TCC essa semana então voltei a ter uma vida pessoal/virtual e de qualquer tipo, encerrando o período acadêmico. Enfim, vamos ao que interessa, e o assunto de hoje é “O Príncipe do Egito”, da Dreamworks.

Lembro quando assisti a esse filme nos cinemas, para terem idéia. Acho (acho) que foi durante a semana do Dia das Crianças e assisti a um monte de animações, haha. Bom, o filme começa já falando que se trata da adaptação de um trecho da Bíblia, que não cabe discutirmos sobre isso, mas o início é esse. Começo que já é triste quando o pequeno Moisés acaba se separando de sua família para poder sobreviver, e acaba sendo criado pela família do faraó Seti, que escravizava o povo Hebreu.

Moisés é criado como legítimo filho, porém nunca assumiria o trono de seu irmão Ramsés. Como bom filme de Sessão da Tarde, os dois arrumavam muitas confusões, mas Moisés nunca levava bronca, enquanto toda crítica ficava para Ramsés, que se fraquejasse poderia ser o elo fraco de todo o legado da família.

Porém, certa noite, após os festejos, Moisés ajuda uma hebreia a fugir, e então acaba descobrindo seu verdadeiro passado. A partir daí, acompanhamos sua árdua tarefa de tentar libertar seu povo e leva-los para a Terra Prometida.

Quando assisti no cinema, a cena que me chamou mais a atenção é justamente aquela quando ele abre o Mar Vermelho, pois a sala não tinha uma inclinação muito elevada, então eram imensas aquelas paredes de água. Mas quando assisti novamente em DVD, o que me chamou a atenção, desta vez, foram justamente outras cenas… Aquelas que se passam na sala do trono, onde aparecem apenas as silhuetas daqueles que estão em cena. A produção daquelas sequências tem uma beleza muito do teatro, algo que gera um ar único para a animação. A profundidade e ensenação dos personagens, e mesmo dublado, onde temos Garcia Júnior (a voz do He-Man, sendo o vilão Ramsés) e Guilherme Briggs (um dos primeiros trabalhos que conheci dele, sendo o Moisés), fazem o filme ter um caratér muito mais profundo do que apenas o entretenimento.

Enfim, “O Princípe do Egito”, ainda hoje, mais de 10 anos que foi lançado, ainda é um filme que vale a pena ser visto e revisto, debulhar seus Extras da produção e tudo o mais.
Por hoje é só pessoal, e prometo compensar esse período que estive ausente.
Logo mais tem mais.
Ateh o/




























































