Meme
Memes, listinhas, perguntinhas com informações pessoais da blogueira.
Dia 18 – Um poema
Sep 3rd
Soneto de fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
Dia 17 – Uma obra de arte
Sep 2nd

Eu adoro coisas coloridas e românticas. Um cara que eu ADORO os trabalhos e acho super divertidos é o brasileiro Romero Britto, que já espalhou trabalhos por 1001 lugares. Acho os quadros e esculturas dele lindos!
Dia 16 – Uma musica que faz você chorar (ou quase)
Sep 1st

Ok. Hoje não choro mais com essa música, mas já chorei litros com ela. Em 2006 começei meu cursinho e justamente nesse ano meu namorado foi estudar em outra cidade. Nesse ano o Biquini Cavadão me solta a música “Quando Eu Te Encontrar” e que tocava sem piedade nas rádios da minha cidade. Era tiro e queda. Chorava andando na rua ou em qualquer lugar que a maldita tocasse! Mas hoje eu acho ela fofa.
Dia 14 – Um livro não-ficcional
Aug 30th


Se ele é não-ficcional seria baseado em fatos reais, né? Bem, acho que um dos poucos que li assim e que gostei foi o “Diário de Anne Frank”.
“12 de junho de 1942 – 1° de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de muitos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente segui para Auschwitz e mais tarde para Bergen-belsen.”

Entrada do esconderijo da Anne Frank
Pra quem não conhece, Anne Frank era uma judia em plena 2ª Guerra Mundial, que se escondeu junto com sua família em um sótão durante todo o tempo que escreveu no seu diário para fugir dos nazistas. A família de Anne sobrevivia com ajuda do patrão do pai dela, que mandava o que podia de suprimentos para eles.
A narrativa dela é a visão de uma menina de toda a situação, mas podemos sentir o medo deles enquanto lemos. Realmente uma história muito triste.




























































