Michelli
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Posts by Michelli
Projeto #365 – 106/112
Apr 25th

Dia 106 – Nunca tinha comigo um KitKat. Sim, isso mesmo, podem me julgar, mas eu não achei a melhor coisa do mundo.

Dia 107 – Encontrei dois caderninhos de desenho meus que eu não estava encontrando e achei que eu tinha perdido. Felicidade.

Dia 108 – Pode servir pra várias coisas. #chicorei

Dia 109 – Colar que comprei pela internet, que é o coração do homem de lata em “O Mágico de Oz”.
When a man’s an empty kettle he should be on his mettle,
And yet I’m torn apart.
Just because I’m presumin’ that I could be kind-a-human,
If I only had heart.

Dia 111 – Isso é o que acontece quando você está com pressa, tropeça na rua e cai de quatro no chão.

Dia 110 – É normal ter TPM. Anormal é reparar em embalagens novas e empolgar. #vidadedesigner

Dia 112 – Delícia de filme. Indico muito pra uma tarde de chuva com pipoca e cobertor.
Drive + Sete Dias com Marilyn
Apr 23rd
Drive - Rating: 



“Um dublê de Hollywood (Ryan Gosling), que à noite trabalha como motorista de fugas para criminosos, descobre que há um preço pela sua cabeça depois que ajudou o namorado ex-presidiário de sua vizinha (Carey Mulligan) em um golpe que acabara mal.”
Depois de muito ouvir sobre esse filme em podcasts e sites eu tinha que assistir, e foi o que eu e o namorado fizemos. Não quis ler muito sobre o filme antes de assistir, pra ele me pegar de surpresa e foi EXATAMENTE o que aconteceu. Achei algo meio “Clube da Luta”, não sei explicar, mas o filme foi bom. Não achei que se tornaria tão sangrento e violento, mas Ryan Gosling me fez ficar com nervoso de suas atitudes, ou melhor falta dela no começo do filme, mas depois ele resolve partir pra ação e ele explode seus miolos. Ótima atuação dele, ótima trilha sonora, que me lembrou filmes dos anos 80 e ótimas cenas. Agora posso ouvir mais podcasts sobre o filme.
Sete Dias com Marilyn - Rating: 



“Na trama acompanha o período em 1956 que Monroe passou na Inglaterra filmando The Prince and the Showgirl ao lado de Laurence Olivier. A história adapta o livro homônimo de Colin Clark, que na época trabalhava como assistente nas filmagens. Durante uma semana, ele teve a oportunidade de ciceronear a diva – desesperada para escapar das pressões da rotina hollywoodiana – e mostrar-lhe o melhor da vida britânica.”
Eu ando assistindo Smash, uma série da Universal que mostra a criação de um musical inspirado na vida de Marilyn e por conta disso fiquei com mais vontade de conhecer a diva, então fui correndo atrás deste filme, que mostra como ela era doce, adorada por todos e desejada por muitos. Era uma mulher carente, insegura e que adorava ser o centro das atenções. Neste filme acompanhamos um momento delicado, onde já vemos uma Marilyn usando de remédios , álcool e chegando sempre atrasadas nas gravações. Michelle Williams ficou assustadoramente igual à Marilyn. O filme é doce, gentil, leve e rápido, assim como a carreira de Marilyn.
Sinopses de Omelete
Caderninho de Quinta #112
Apr 19th
Quando eu era criança eu me lembro de sempre alugar um desenho chamado “A Princesa dos Cabelos Mágicos”. Foi uma animação americana com 20 episódios, com 12 minutos de duração cada, mas só me lembro dos VHS, que foram lançados em 5 volumes.

Princesa dos Cabelos Mágicos e os Floquinhos Mágicos
Não sei porque mas me sentei pra desenhar e lembrei dela.
Projeto #365 – 99/105
Apr 18th

Dia 99 – Tem dia que dá vontade de segurar em qualquer coisa e sair voando, não tem?

Dia 100 – Ótima palestra com Chico Homem de Melo, o livro dele é maravilhoso. Estou aceitando de presente, há!

Dia 101 – Piquenique no parque com o pessoal da agência em plena hora de almoço. Delícia!

Dia 102 – Um super doce pra uma #gordasafada. Porque em dias difíceis EU MEREÇO!

Dia 103 – Semana passada estava sentindo muito, muito, muito sono! Sei lá o que me deu.

Dia 104 – Olha quem eu achei na parede do cinema no dia que fui ver Titanic! AMO!

Dia 105 – Só dormi, dormi e … dormir!
Titanic 3D e minha história com o cinema
Apr 17th
Titanic 3D – Rating: 



“Jovem aventureiro (Leonardo DiCaprio) ganha passagem, em mesa de jogo, para a primeira viagem do transatlântico Titanic. No navio, apaixona-se por Rose Bukater (Kate Winslet), noiva de um homem rico e arrogante (Caledon Hockley), com quem vive um amor proibido. Mas a viagem ganha contornos trágicos quando o navio se choca com um iceberg.”
Quando eu tinha 8 anos eu fui ao cinema com meu pai, minha mãe e meu irmão. Meu primeiro filme naquela tela grande. E o que minha mãe escolheu ver? Titanic, um filme que estava causando alvoroço por toda parte, que as colegas do colégio diziam ter assistido por 10 vezes, que causava filas enormes do lado de fora de um extinto cinema que nem existe mais hoje. Naquele dia eu descobri o que era uma sala cheia de cadeiras, com uma tela enorme e com uma magia que eu nunca mais iria abandonar. Lembro até hoje meus pais saindo do cinema e eu não assistindo o reencontro final de Rose e Jack, que eu viria assistir apenas depois com o VHS duplo que minha mãe comprou.

Três horas de um filme emocionante e romântico que eu nunca esqueci. Depois disso veio o CD da trilha e eu acho que “My Heart Will Go On” foi uma das primeiras músicas em inglês que aprendi a cantar inteira, deve ser daí que veio minha paixão por trilhas sonoras.
Depois de 15 anos resolvem relançar o filme em 3D, e eu no auge de meus vinte e poucos anos não poderia perder essa oportunidade de relembrar toda a emoção de ver esse filme que foi um marco pra mim, em um cinema mais moderno, melhor, maior e com um som espetacular, coisa que não tínhamos na minha cidade há 15 anos atrás.
Foi maravilhoso sentir o frio na barriga, deixar os olhos enxerem de lágrimas, vibrar com a trilha sonora e ficar até o fim dos créditos fazendo dueto com Celine Dion. Mas o 3D…

Comecei a ouvir gente contando desse 3D faz tempo, dizendo que seria uma das melhores conversões já feitas, mas sabe de uma coisa? Bela e a Fera foi melhor. Queria ver a imponência do navio e só o que senti foi um friozinho na barriga na hora do quase suicídio de Rose. Esperei muito mais desse 3D, e só por isso dou nota 3. Namorado ainda falou que a legenda estava magnífica em 3D. Mas não importa, o que importa mesmo é que eu pude sentir de novo o que senti há 15 anos atrás e me fazer ver como amo essas salas enormes e escuras chamadas cinema.



























































